domingo, 12 de maio de 2013

‘Nanda Costa nunca foi uma aposta, foi um tiro certo’, diz Glória Perez



‘Nanda Costa nunca foi uma aposta, foi um tiro certo’, diz Glória Perez

As paredes do apartamento de Gloria Perez em Copacabana são todas de vidro e com vista cinematográfica da Princesinha do Mar. Só o teto não é feito do material transparente.
Já a vida da autora de ‘Salve Jorge’, nos últimos meses, virou alvo de muitas pedradas vindas de todas as direções. De peito aberto, Gloria nunca se desviou de nenhuma delas e respondeu a tudo.
A negociação para essa entrevista aconteceu pelo Twitter. Em uma das últimas mensagens privadas no microblog, ela mandou, na lata: “Pode perguntar o que quiser”. Esta é Gloria Perez, a maior autora de novelas desse país, que responde, agora, a todas as perguntas.
Bate um vazio quando a novela acaba?
Sempre bate. Você fica tanto tempo convivendo com aquele universo ficcional, envolvida em histórias de vida que não são a sua e, de repente, todos somem de uma vez. As personagens ficam como alguém com quem você conviveu e compartilhou muitas coisas.
‘Salve Jorge’ foi a novela que mais te deu dor de cabeça, por causa de críticas?
Isso é de praxe: é o preço que a gente paga quando ousa e inova, quando traz para o cotidiano das pessoas questões atuais que ainda não estão claramente percebidas, como barriga de aluguel, imigração ilegal, clonagem humana, internet, tráfico de pessoas etc. Por incrível que pareça, durante essas novelas, tudo isso foi atribuído à minha imaginação delirante! No começo, me surpreendi com o nível de desinformação, depois achei graça. E continuo achando.
Aliás, você lê tudo ou seleciona os comentaristas de TV que julga serem os mais sérios? Quem são eles?
Ah, não perco tempo, não, Leo. Infelizmente, a televisão brasileira não produziu críticos à sua altura. Não dá para levar a sério críticas que já são escritas antes da estreia de uma novela. Que aplaudem e desancam os mesmos recursos do folhetim, dependendo do autor que se utilize deles. Prefiro ficar com a avaliação lá de fora: não foi por acaso que ganhei o Emmy e escrevi o único programa brasileiro que a maior feira de TV do mundo, a Mipcom, incluiu na seleção dos 50 mais importantes dos últimos 50 anos — ‘O Clone’. Que aliás, aqui, foi alvo do mesmo tipo de “crítica”.
Marcos Schechtman (diretor de ‘Salve Jorge’) disse que a apresentação da novela poderia ter sido diferente, porque muita gente achou que a trama tinha cunho religioso.
A campanha que atribuía cunho religioso à novela deixava claros interesses puramente comerciais. Não fosse esse o mote, teriam arranjado outro, como já começaram a fazer com a novela do Walcyr.
Cite três grandes acertos em ‘Salve Jorge’.
Acho que divertimos, criamos personagens que vão ficar no imaginário popular, ousamos, elegendo como história central de uma novela das nove o tráfico humano, um crime que hoje está em primeiro plano na preocupação de todos os países. Ganhou destaque, inclusive, no discurso de posse do novo Papa. Ousamos, ainda, apresentando, pela primeira vez em novelas, uma protagonista típica dos morros — e, neste caso específico, prostituída. Enfim, trouxemos para o horário nobre as vítimas invisíveis desse crime invisível que é o tráfico humano, e os moradores (também invisíveis para o Estado) das favelas cariocas. Isso mexeu com preconceitos? Muitos! Somos um país muito preconceituoso e, por isso mesmo, tão aferrados ao politicamente correto. O politicamente correto é um fake para mascarar preconceitos. Outro tema muito pouco falado, que trouxemos para a discussão, foi a alienação parental.
E os pontos em que a novela poderia ter sido melhor?
Eu não teria começado com uma cena futura. É um recurso original, bonito, mas o grande público de novelas tem pouca intimidade com ele. Percebi que os primeiros capítulos acabaram parecendo um grande flashback, dando a impressão de que não estava acontecendo nada, quando estava acontecendo tudo. Também poderia não ter estreado nessa data ingrata, a um mês de dezembro, quando as pessoas ficam até mais tarde na rua, fazendo compras. Como se não bastasse, enfrentamos os feriados de novembro, que foram muitos: só um deles durou seis dias, por conta dos tradicionais enforcamentos!
Alguns personagens, como os vividos por Cristiana Oliveira e André Gonçalves, sumiram um pouco da novela. Por quê?
Muitas personagens entraram para pequenas participações e sabiam disso. É só ler a sinopse.
Você me disse que ‘Salve Jorge’ encerra uma trilogia de novelas no exterior. Por que parar? 
Me expressei mal ou você entendeu mal, Leo. ‘Salve Jorge’ não é uma novela sobre outras culturas, como foram ‘O Clone’ e ‘Caminho das Índias’. Em ‘Salve’, o tema é o tráfico internacional de pessoas, e, para contar essa história, eu precisava de um país no exterior. A Turquia, nesse caso, foi moldura e não quadro. A locação poderia ser em qualquer outro país, sem que isso tivesse interferência na trama.
‘Salve Jorge’ tem um elenco de primeira linha. Mas alguns atores te surpreenderam ainda mais?
Os bons atores sempre te surpreendem! Não vou citar nomes para não ser injusta, mas não tive nenhuma decepção.
A que se deve a química entre Helô (Giovanna Antonelli) e o Stenio (Alexandre Nero)? Quando você percebeu isso?
Percebi na primeira cena dos dois. Química é química, não se explica.
Na coletiva de apresentação, foi dito que a invasão ao Alemão seria abordada. E não foi. Por quê?
Como não foi abordada? A novela começou com a invasão e deu visibilidade ao Alemão, que antes só era conhecido através do poder e da crueldade dos traficantes que oprimiam a população honesta! Fico emocionada quando escuto os moradores dizendo como está sendo bom para a autoestima deles ver sua comunidade protagonizando no horário nobre. A novela mostrou a esperança dessas pessoas de ver realmente concluída aquela integração à cidade mostrada no primeiro capítulo. Já chegou por lá a TV a cabo, os bancos, uma porção de coisas: mas quero ver mesmo é entrar a educação, a saúde, a urbanização. É por aí que se expulsa realmente o tráfico e se integra essa população ao estado!
“Uma protagonista com a cara da favela”. Isso nunca existiu na telenovela. Você teve medo de inovar?
Nenhum! Mesmo sabendo que isso iria mexer com tantos preconceitos, como mexeu! Ainda mais tendo uma atriz do porte da Nanda para defender a personagem. Nanda nunca foi uma “aposta” para mim: sempre considerei um tiro certo! E foi mesmo!
Desde o início da novela você queria levar a personagem da Thammy (Miranda) para a boate, como uma “mulherzinha”? E o resultado?
Eu via a Thammy em programas de entrevista e ela tinha uma vivacidade, um colorido que chamava a atenção. Quando o produtor (de elenco) Luiz Antonio (Rocha) sugeriu o nome dela, não pensei meio segundo: era a escolha certa. Claro, eu sabia desde o início que ela seria infiltrada na organização.
Por que a escolha das injeções letais como arma?
É original, mas nem tanto. Os traficantes usam mesmo a seringa para matar, porque passa por overdose: fica na conta do morto, e não se abre investigação.
Schechtman disse que não houve a tal cena do estupro. Você achou correta a redução da cena?
Todo mundo entendeu que a Jéssica (Carolina Dieckmann) estava sendo estuprada! A violência estava ali, a força da situação estava ali, não havia a menor necessidade de ser mostrada em detalhes! Seria puro exercício de voyeurismo. E sádico!
Théo (Rodrigo Lombardi) era “o cara” no início da novela, mas ele foi mudando, pegou outras mulheres, ficou com o filme queimado. Você não acha que desconstruiu um herói?
Hein???? Jura que passar por muitas mulheres queima o filme de algum homem? Onde? Quando??? O Théo é humano, nada mais do que isso. Beijou uma amiga da ex-namorada, ficou sabendo que estava viúvo e se casou de novo… Desde quando isso desconstrói um herói???
Qual é o balanço da temática do tráfico? Chocou, alertou as autoridades?
Levou para o cotidiano das pessoas um assunto que soava, até então, como fábula urbana. Tenho certeza de que as pessoas vão lembrar de ‘Salve Jorge’ quando receberem propostas extraordinárias no exterior, e ter cuidado em avaliar e verificar se são verdadeiras.
Qual foi a cena que mais te emocionou?
Foram tantas…
Nas redes sociais, muita gente criticou e brincou até com o que consideraram “falta de realismo” da novela. Como você encara isso?
Leo, ficção não é reportagem: é ficção. E novela é folhetim. O folhetim, por exigência do gênero — quem conhece literatura sabe disso — tem como característica sacrificar a coerência pelo sensacionalismo, e utilizar uma quantidade de clichês e ganchos que seriam pecado num outro formato, como uma minissérie ou um filme. Quem reclama disso não sabe do que está falando: é a mesma coisa que criticar um soneto porque tem rima! Logo, não dá para levar a sério.
Falaram muito da cena em que Rachel (Ana Beatriz Nogueira), antes de ser morta, entra no elevador à procura de um sinal melhor, e da Morena, que entrou de madrugada na Igreja de São Jorge. 
Os dois exemplos que você está me dando nem servem como exemplo, porque são situações absolutamente realistas: é claro que a Rachel não entrou no elevador atrás de sinal, ela simplesmente estava tensa, querendo chegar no quarto e entrou sem pensar. Quem nunca disse a frase: “Se cair a ligação, é porque estou entrando no elevador?” Ou numa garagem? Todo mundo faz isso a toda hora! Quanto a essa história da igreja: qual é o problema de uma igreja estar aberta à noite? Por que isso não é real?
E o que você pensa sobre essas críticas?
São coisas tão bobas, que só demonstram uma disposição de atacar, mesmo dizendo sandices! Até porque esse estranho critério não é aplicado nem a todos os novelistas nem às séries americanas. Agora mesmo estamos assistindo a ‘Revenge’ (seriado americano). Será que essas pessoas estão fazendo as contas de quanto alguém pode ter ganho com investimentos em computadores para bancar tudo o que Emily Thorn banca? Aposto que não. Em inglês vale tudo. Também nunca vi ninguém se voltar contra a seringa de Dexter (outro seriado americano) nem contra meu sonho de consumo, o computador do ‘Lei e Ordem’, que a um clique desvenda a vida pregressa de qualquer suspeito, desde a escolinha maternal que frequentou. Dá para levar a sério uma crítica que se atém a coisas desse tipo? Eu não levo, nem perco tempo lendo!
Na cena secreta na cadeia entre Lívia e Wanda, uma delas morre?
Não.
E seu próximo projeto? 
Tirar férias! Vou para a Europa e para os Estados Unidos.
Postado por: Leo Dias às 10:00 pm :: Nenhum comentário

'Intenção é discutir a nova família', diz Thiago Fragoso sobre ser gay em novela


'Intenção é discutir a nova família', diz Thiago Fragoso sobre ser gay em novela

Elenco de 'Amor à Vida' também conta com Danielle Winits, que será barriga de aluguel

FLAVIA MUNIZ (CLIQUE PARA EDITAR O COMPLEMENTO DO CRÉDITO)
Rio - Casal gay na TV não é novidade. Mas casal que tem um filho por inseminação artificial, é. Em ‘Amor à Vida’, de Walcyr Carrasco, que estreia dia 20, os personagens de Thiago Fragoso (Niko) e Marcello Antony (Eron) vão optar por esse método. Amarylis (Danielle Winits) é quem vai gerar a criança.
Danielle Winits será barriga de aluguel em nova novela
Foto:  Divulgação
“A intenção é discutir uma nova família”, explica Thiago, que já pensa em preparar o filho, Benjamin, 2 anos, para esse tipo de questionamento. “Ensino meu filho que todo mundo é igual. Esse entendimento da família moderna é um pouco mais complicado para a criança, mas em algum momento ele vai conhecer um amiguinho que tem dois pais ou duas mães. E, na hora que isso acontecer, a gente vai explicar e ele vai entender”, diz. Questionado sobre como reagiria, caso o menino dissesse que é gay, o ator ressalta: “Ninguém cria um filho para ele não ser homossexual”.
Beijo entre dois homens não vai ter, mas troca de carícias, certamente. “Não é nem beijo, vai ser a primeira lambida de saco da televisão”, brinca Antony. “É um casal, né, gente? Com certeza vai ter algo do tipo. A primeira cena é o Niko colocando o café para o Eron e se despedindo com um: ‘Tchau, amor!’. Acredito que vai ser um choque para muita gente”, pontua Marcello. “O Niko é mais carinhoso. Eu sou um cara assim também, então vai ser fácil para mim. Se em uma relação entre amigos, irmãos, vocês se tocam, por que com o marido não teria coisas mais carinhosas, até? Não vou fugir disso”, frisa Thiago, que está fazendo seu primeiro personagem gay: “Estava faltando um homossexual na minha carreira”.
Outro tema polêmico que será discutido é a bissexualidade. Eron, que antes foi casado com uma mulher, no decorrer da trama se envolverá com Amarylis, abalando o relacionamento com Niko.
Entenda o caso juridicamente:
Segundo Christiano Cassettari, advogado e professor de Direito Civil, há vários casais homossexuais que recorrem à fertilização in vitro para ter filhos. “A resolução 1.539/92 do Conselho Federal de Medicina permite a prática da gravidez de substituição, e não de barriga de aluguel, porque no Brasil não se cobra pela gestação em útero alheio, como nos Estados Unidos, onde a profissão é regulamentada. Essas pessoas pedem para a criança ser registrada em nome de dois homens ou duas mulheres e isso vem sendo concedido pelo judiciário”, explica Christiano.

Tradição cervejeira na Serra


Tradição cervejeira na Serra

Museu da Cerveja, em Petrópolis, brinda um ano de sucesso com projeto de expansão

FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - Maior centro de pesquisas da bebida na América Latina, o Museu da Cerveja, em Petrópolis, criado pela Bohemia, a mais antiga cervejaria do país, acaba de completar um ano. Graças ao sucesso de público — 50 mil visitantes nos últimos 12 meses, uma média de 140 por dia —, o museu anuncia sua expansão. Até o fim do ano, o complexo de 7 mil m², distribuídos em quatro andares, vai ganhar casa de shows e um mega-restaurante.
Segundo o diretor-operacional da cervejaria, Gilmar Carvalho, a expectativa é de que o público dobre até dezembro: “Vamos ter muitas surpresas pela frente”. A expansão deve gerar ainda mais empregos na cidade, onde mora a maioria dos cerca de 200 funcionários.
Márcio e Nely fazem o ritual da degustação do chope, que não é vendido em bares e é servido exclusivamente para os visitantes
Foto:  Paulo Alvadia / Agência O Dia
O Museu da Cerveja fascina os turistas por estar localizado nas instalações da primeira cervejaria do Brasil, datada de 1853, e por apresentar aos visitantes, de forma interativa e lúdica, história, ritos, mitos e curiosidades sobre o ‘ouro líquido’. “Estamos maravilhados.
Tudo aqui é gigantesco e rico em conhecimento”, resumiu o engenheiro carioca Márcio Francisco, de 55 anos, que na quarta-feira visitou o espaço com a artista plástica Nely Amorim, 57. “O melhor é o ritual da degustação do chope, que só é servido lá”, diz ela.
O diretor de marketing da Bohemia, Pedro de Sá Earp, comenta que as curiosidades e objetos antigos que contam como começou a fabricação da cerveja são os principais atrativos. “Hoje, o museu é um dos pontos turísticos mais visitados de Petrópolis, reunindo um misto de aprendizado e entretenimento”, ressalta Earp.
Segredos que vêm de 1853
O passeio pelos mais de 20 ambientes do museu dura duas horas. Na entrada, uma surpresa: projeção faz com que o chão simule um rio da bebida, que parece também descer em cascatas pelas paredes. Depois, os visitantes se deliciam com painéis que mostram as raízes da ‘paixão nacional’, como os primeiros rótulos, enormes tinas de cobre da década de 20, além da reprodução da sala do imigrante alemão Henrique Kremer, que fundou a Bohemia, em 1853.
No roteiro, estão incluídas visitas às salas do mestre cervejeiro, onde parte dos segredos da fórmula da Bohemia é compartilhada.
O museu funciona de quarta a sexta, das 11h às 18h. Aos sábados, domingos e feriados, abre das 11h às 20h. Preços: R$ 19,50 inteira e R$ 9,50 meia (para estudantes e idosos).

O perfil da mãe carioca


O perfil da mãe carioca

Levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde indica que a maioria das mães no Rio não é casada no papel, não completou o Ensino Médio e dá à luz meninos

O DIA
Rio - A pouca habilidade para a troca das primeiras fraldas evidenciava que Gleice Alice Figueiredo, de 23 anos, acabara de dar à luz. Jonas, de apenas 16 horas, ainda aguardava a definição de seu sobrenome para ser registrado na quarta-feira, mas já era capaz de emocionar a manicure, que se desmanchava toda ao tentar definir a maternidade. “É indescritível. Não sou aquela que entrou na sala de parto. Agora sou mãe. Isto basta”, refletia com os olhos marejados.
Em homenagem ao dia de hoje, a Secretaria Municipal de Saúde divulgou levantamento que traça o perfil da mãe carioca, baseado em dados de 2012. Segundo a pesquisa, a maioria das mulheres que tem neném no Rio não completou o Ensino Médio (51,6%), é solteira ou não é casada no papel (67,8 %), tem entre 20 e 29 anos (46,1%) e dá à luz meninos (51,1%).
Gleice engrossou estatísticas de partos realizados em maternidades da rede municipal, onde nasceram 42,5% dos 83.994 bebês em 2012
Foto:  André Mourão / Agência O Dia
Sem plano de saúde, Gleice, moradora de Bonsucesso, engrossou as estatísticas de partos realizados em maternidades da rede municipal, onde nasceram 42,5% dos 83.994 bebês cariocas no ano passado. Proporcionalmente, a maioria das mães mora na Área de Planejamento (AP) 3.3 (Madureira, Irajá, Rocha Miranda e adjacências). Gleice realizou 14 consultas pré-natais em Clínicas da Família, acompanhando 68% das mulheres que fazem sete ou mais monitoramentos da gravidez.
Entre um afago e outro no filho, sem perceber, a manicure já projetava o futuro de Jonas enquanto fazia balanço da própria vida: “Quero que ele tenha uma infância feliz igual à minha, mas desejo que ele seja mais dedicado à vida escolar”, disse, ao lado do companheiro, o motoboy Diego Inácio da Silva. “Estamos unidos em espírito por essa criança, elo eterno”.
Dedicação para trazer novas vidas ao mundo
Responsáveis pela assistência às gestantes e pela realização dos partos, os médicos obstetras consideram o Dia das Mães um pouco deles também.
“Vivenciamos momentos mágicos. Não existem dois partos iguais. A profissão mudou a minha forma de enxergar o mundo”, garante a ginecologista obstetra Viviane Monteiro, responsável por cerca de mil partos em 12 anos de carreira.
Acostumada aos imprevistos que a especialização impõe, ela garante que o amor ao ofício é capaz de compensar os momentos de correria:
“Nunca sabemos a que horas a criança vai nascer e, por vezes, abrimos mão das nossas vidas pessoais. Tudo isso é compensado quando vejo a chegada de uma nova vida pelas minhas mãos”, declara Viviane.
Dedicação é, de fato, a palavra para quem quer ser obstetra. Além da graduação de 6 anos em Medicina, é necessário realizar residência de 3 anos em ginecologia obstetrícia em uma instituição de saúde.

Pagou caro? Denuncie no #BoicotaRJ


Pagou caro? Denuncie no #BoicotaRJ

Site que reúne queixas de consumidores contra preços abusivos chega ao Rio de Janeiro

DANIEL CARMONA E PABLO VALLEJOS
No ar há um mês para hospedar as reclamações dos consumidores que se sentem prejudicados ao pagar, por exemplo, R$ 12 por um salgado na padaria, o site colaborativo #BoicotaSP já está pronto para expandir suas fronteiras. Com 150 mil visualizações diárias em tão pouco tempo, o projeto que nasceu entre quatro amigos quase que na mesa de bar terá nos próximos dias uma versão para a Cidade Maravilhosa, o #BoicotaRJ, que promete agitar a relação entre clientes e estabelecimentos do Rio em meio aos ventos da inflação.
O bibliotecário Alberto Cirilo e a advogada Pâmela Matta: clientes cada vez mais criteriosos
Foto:  Fernando Souza / Agência O Dia
Ainda antes de desembarcar por aqui, o projeto tem seus potenciais adeptos. “Vou abrir o celular e enviar para o site assim que me sentir prejudicado”, explica o contador Fabrício Menezes, que trabalha na Lapa e costuma frequentar bares e restaurantes da boemia carioca. “Se deixar para o dia seguinte, por vezes de ressaca, a gente desiste. É como ir ao Procon: na hora você tem vontade, mas deixa para depois e acaba desistindo”, acrescenta.
Um dos criadores do projeto, que teve sua primeira versão em uma página do Facebook, o publicitário Danilo Corsi explica a empreitada estratégica. “Vamos expandir o projeto justamente para atender os muitos pedidos que recebemos dos consumidores do Rio”, diz ele, que inclusive já registrou o endereço digital da futura página (www.boicotarj.com.br). O site deve entrar no ar nos próximos dez dias.
Apesar de utilizar o mesmo sistema da versão paulistana, uma espécie de blog abastecido pelos próprios usuários com imagens e relatos de preços subjetivamente considerados “acima do comum”, o criador admite que a experiência no Rio de Janeiro ainda é inimaginável. “Vamos abrir uma Caixa de Pandora. Não dá para dizer nem projetar absolutamente nada. Só depois é que vamos saber o que vai sair disso aí”, acrescenta ele, sem arriscar comparações.
Com um olho no preço e outro no produto, o bibliotecário Alberto Cirilo, que trabalha no Centro, deve ser mais um dos colaboradores da iniciativa. “Eu sempre entro num lugar já sabendo do preço. Mesmo assim, ainda sou surpreendido com coisas caras e acima do valor”, pondera. Afinal, se o barato pode sair caro, como diz o ditado, eles querem uma resposta justamente para o contrário: será que o caro não poderia ser, honestamente, mais barato?
A ideia de apresentar na internet uma bandeira contra os preços considerados abusivos surgiu após as idas e vindas do grupo de publicitários e amigos compostos por Danilo Corsi, Camila Kintzel, Ricardo Giassetti e Marcos Takabayashi. Entre um bar e outro, uma conta e outra, eles eles decidiram sair da zona de conforto. “A gente já dizia há um tempo que o bar que a gente gastava R$ 40 no ano passado, hoje cobra R$ 80 pelas mesmas coisas. Aí teve um caso simbólico: uma amiga nossa pagou R$ 22 por uma cerveja artesanal e o dono ainda queria mais R$ 10 para deixar ela levar a garrafa para sua coleção. Marcamos aquele estabelecimento no Foursquare e fizemos nossa crítica, mas fomos em busca de algo a mais”, justifica Danilo.
Preço justo não é o mesmo que preço baixo
Preço justo é diferente de preço baixo. Quem faz essa ponderação é Antônio Rodrigues, sócio da rede de bares e restaurantes Belmonte, uma das mais conhecidas do Rio de Janeiro. Hoje, além de trabalhar com ingredientes nobres como camarão e bacalhau em seus principais pratos, ele ressalta que os custos operacionais estão muito elevados.
“Toda vez que vou fazer uma compra os preços oscilam muito. Tem dia que o saco de batata sai por R$ 30, depois custa R$ 80. Essa variação dificulta muito o nosso trabalho e eu não posso repassar isso para o cardápio”, diz ele, que ainda ressalta: “Uma única loja tem 25 funcionários, todos com carteira assinada. Põe custo nisso aí”.
Rodrigues não teme iniciativas como o #BoicotaRJ, mas sim por alguns poucos clientes que costumam agir de má fé. “De alguma maneira, você sempre tem que dar razão ao cliente, mesmo quando ele não tem”. Ainda assim, ele faz um contraponto: “Há muitas coisas fora do padrão e gente que quer ganhar mais do que o justo. Isso precisa ser combatido”.

Mulheres que fazem fertilização in vitro escolhem doadores de sêmen em listas


Mulheres que fazem fertilização in vitro escolhem doadores de sêmen em listas

Banco permite avaliação de tipos físicos, profissões e até hábitos

BEATRIZ SALOMÃO
Engenheiro com hábitos de leitura e cabelos castanhos, ou artista plástico loiro e adepto de esportes radicais? As opções não envolvem a escolha de um futuro marido, mas compõem a lista do maior banco de sêmen do país, o Pro-Seed, em São Paulo. A planilha com aspectos físicos, profissões e até hobbies dos doadores é entregue a mulheres que querem ter filhos por fertilização artificial, para que escolham o ‘perfil’ do pai biológico do bebê.

Entre as casadas cujos maridos são inférteis, o tipo de sêmen mais cobiçado é o que veio de doador de, em média, 1,75 m de altura, grupo sanguíneo O ou A (mais frequente no país), cabelo castanho e pele branca. Já as solteiras e as homossexuais preferem olhos azuis, cabelos loiros, pele clara e altura superior a 1,80 m. Nos dois grupos, profissões com maior nível de escolaridade são unanimidade. “As casadas escolhem de acordo com as características do marido, normalmente o perfil do brasileiro”, diz a diretora do Pro-Seed, Vera Beatriz Fehér Brand.
Lílian, 56, congelou óvulos há 10 anos. Em 2009, recorreu a banco de sêmen e teve Patrick, 3 anos
Foto:  Ernesto Carriço / Agência O Dia


O assunto volta à tona após resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada dia 9, fixando regras para a reprodução assistida, entre elas o limite de 50 anos de idade para o doador de sêmen. “Trabalhávamos com o limite de 45 anos, mas vamos ampliá-lo, o que ajudará a conseguir mais doadores”, afirma Vera.

O Pro-Seed tem sêmen de 150 doadores anônimos, armazenados a 196 graus negativos. Com preço que varia entre R$ 1,5mil e R$ 2,2mil, o material é enviado a clínicas de todo Brasil. “Há mulheres que fantasiam na escolha do sêmen, mas isso não interfere na saúde do bebê: a má-formação é ligada à saúde da mulher e não ao espermatozoide”, lembra João Auler, diretor da Clínica Pró Nascer.

Após dois casamentos sem filhos, a empresária Lilian Braga, 56, recorreu à técnica para ter Patrick, 3 anos. Sem marido, ela escolheu alguém com características semelhantes às dela. O doador era um engenheiro loiro e de pele clara. “Congelei meus óvulos há dez anos e, em 2009, decidi ter filho. Foi uma gravidez maravilhosa”, conta.

Duas gêmeas e um embrião congelado 
A apreensão por não engravidar deu lugar à surpresa de se tornar mãe de duas meninas, de uma vez. Casada há sete anos, Clarice Guerra, 30, se submeteu à fertilziação in vitro utilizando sêmen do próprio marido, Emerson.

Dois embriões foram colocados no útero da empresária e a resposta da gravidez positiva veio em agosto. “Foi uma emoção muito forte. Um embrião está congelado e penso em ter mais um filho daqui a uns cinco anos”, conta.

O procedimento custa em torno de R$ 15mil a R$ 20mil. Programa chamado ‘Acesso’, oferece a técnica pela metade do preço para casais de baixa renda (www.queroterumfilho.com.br)
Confira as regras do Conselho Federal de Medicina, que valem como ‘lei’ para médicos. Eles as utilizam como guia de atuação e podem ser punidos se não as cumprirem.
DESCARTE DE EMBRIÃO
Com a nova resolução, após 5 anos, embriões congelados podem também ser jogados fora. Antes, só podiam ser doados à pesquisa com células-tronco ou a alguma mulher com problema para engravidar. O destino do embrião depende do casal que o gerou, que pode renovar a manutenção do material na clínica, se arcar com custos.
LIMITE DE IDADE
Só podem fazer fertilização mulheres com até 50 anos. Antes, não havia limite. Para a doação de óvulo e espermatozoide, o limite é de 35 para mulheres e 50 para homens.
DOAÇÃO DIVIDIDA
A mulher que tiver óvulos captados para a fertilização in vitro pode doar o ‘excesso’ para outra mulher, que tenha problemas. Com isso, elas também dividem os custos da reprodução assistida. A prática já era realizada, mas não regulamentada.
HOMOAFETIVIDADE
A resolução autoriza o uso das técnicas para casais gays, o que já era feito, mas não havia regulamentação. Casais de lésbicas recorrem a banco de sêmen. Uma delas doa o óvulo e fica grávida. Casais de homens recorrem a ‘mãe de aluguel’ e um deles doa o sêmen.
BARRIGA DE ALUGUEL
Antes, somente mãe e irmã da paciente podiam fazer a prática. Agora primas também podem.
TRANSFERÊNCIA
Foi delimitado número máximo de embriões a serem colocados no útero da paciente. Se ela tiver até 35 anos, recebe até dois embriões. Entre 36 e 39 anos, até três. De 40 a 50 anos, até quatro.

VIVA VOZ
“Para doar o sêmen basta ficar 7dias em abstinência sexual. O material passa por vários exames de qualidade” - VERA FEHÉR BRAND - diretora do Pro-Seed
“Como nenhum marido quis filho, recorri a doador. Engravidei após os 50 e não passei por nenhum problema” - LILIAN BRAGA - empresária, 56 anos
“Eu e meu marido tentamos um filho por dois anos, mas ele tinha poucos espermatozoides”
CLARICE GUERRA - empresária, 30 anos

Morro da Mineira debate o esporte e cobra atenção


Morro da Mineira debate o esporte e cobra atenção

Moradores deixam timidez de lado para trocar ideias em evento do DIA e do ‘Meia Hora’

MARIA LUISA BARROS
Rio - Mesmo sendo vizinho dos dois principais poderes públicos da cidade — Prefeitura do Rio e Governo do Estado — e colado ao Sambódromo, o Morro da Mineira, no Catumbi, se ressente do abandono pelo poder público. O desejo de mais espaço para trtar dos problemas da comunidade ficou claro no mais recente evento da série de debates ‘Rio, Cidade sem Fronteiras’, iniciativa do DIA e do ‘Meia Hora’. O tema do encontro na Mineira foi ‘Esporte como forma de inclusão social’.
Há três anos com uma Unidade de Polícia Pacificadora, os moradores que foram ao evento deixaram claro que precisam de espaço e incentivo para evoluir no esporte. “Queremos mais atenção”, reivindicou Bruno Soares, o Brunão, voluntário e praticante de jiu-jítsu.
Moradores assistem ao debate na quadra do bloco da Mineira
Foto:  João Laet / Agência O Dia
O secretário municipal de Esportes e Lazer, Índio da Costa, garantiu que vai implementar mudanças importantes. Já se comprometeu em levar para a região o projeto ‘Virando o Jogo’, que promove cursos técnicos e atividades esportivas nas comunidades com UPP. Índio reconheceu a iniciativa do jornal: “Tirou o debate do ambiente fechado, com ar condicionado, e o levou às favelas para ajudar a construir novas políticas públicas. Isso é parceria”.
O historiador Edson Diniz, da ONG Redes da Maré e morador da comunidade, cobrou mais transparência dos gastos públicos nos eventos esportivos. “Devemos estar atentos ao que vai ser deixado de legado social para a cidade. Só de o jornal trazer o debate para cá, para dentro de uma favela, já mostra que estamos avançando na inclusão”, elogiou.
‘Luta pela Paz’, da Maré, enche os olhos dos moradores da Mineira
Durante o encontro, moradores da Mineira conheceram, e se encantaram, com uma das experiências bem sucedidas no Complexo da Maré: o ‘Luta pela Paz’, que começou há 17 anos com cinco jovens e já beneficiou quase 10 mil pessoas, nas academias de boxe montadas na favela.
Criado pelo ex-boxeador britânico Luke Dowdney, o projeto já foi exportado para Ásia e África. “Estamos capacitando 120 instituições estrangeiras que desejam desenvolver o programa em seus países”, explanou a gerente do projeto, Juliana Tibau, presente à mesa. Pedro Paulo Ferreira, presidente da Associação dos Moradores, se mostrou interessado em trazer luta de exibição para a Mineira. “A gente sente falta da invasão social”.
Estrela da Superliga prestigia debate
Sensação da Superliga e eleita a melhor sacadora da competição feminina de vôlei em 2012, a jogadora do Sesi-SP, Alessandra Januário dos Santos, a Neneca, é hoje o maior exemplo de vida para jovens da Mineira, onde nasceu e mora, quando está no Rio. Orgulhosa da comunidade, ela esteve presente ao encontro, ao lado da mãe e da sobrinha, e falou da importância do esporte como ferramenta de inclusão social. “Precisamos motivar as crianças. Como eu, muitos jovens também podem se destacar. Com um degrau de cada vez a gente chega lá”, sonha.
Já o cabo Flávio Teixeira, que comanda a escolinha de artes marciais na UPP da Providência para 180 crianças, acredita que o esporte é um eficiente chamariz para que crianças sejam educadas para a vida. “O jovem da comunidade passa a ver o atleta como referência positiva e deixa de se espelhar na figura do traficante”, ensina o policial, que contabiliza 800 medalhas de seus atletas mirins desde que o projeto começou, há três anos.
Estudante pede voluntário para dar aulas de dança
Na ausência do poder público, moradores da Mineira contam com a ajuda de voluntários para tocar os projetos sociais. Coordenador do projeto “Faça Uma Criança Sempre Sorrir”, Edmilson Peixoto se ressente da falta de investimentos do Estado.
“Os meninos têm o futebol. Para as meninas, ganhamos tapetes para dar aulas de dança e até hoje não conseguimos professora, porque não temos recursos para pagar”, diz o estudante de Serviço Social.
Segundo ele, empresas públicas e privadas não demonstram interesse em patrocinar as atividades com os jovens da comunidade. “As nossas festividades são bancadas pelos comerciantes. Cada um dá um pouquinho e até nós tiramos do bolso para oferecer o mínimo para as crianças”, critica Edmilson. O morador gostaria que, além de oferecer atividades esportivas, os jovens da região tivessem oportunidades de cursos profissionalizantes na comunidade.

Informe do Dia: PMDB quer tucanos


Informe do Dia: PMDB quer tucanos

Jorge Picciani começa a articular aliança com o PSDB

FERNANDO MOLICA
Presidente regional do PMDB, Jorge Picciani começou a articular uma aliança pra lá de ousada. Quer uma coligação com o PSDB, rival nacional do PT, partido que, por sua vez, é aliado dos peemedebistas.

Picciani diz que o fim da verticalização — necessidade de reprodução, nos estados, dos acordos nacionais — viabiliza a aproximação, que está sendo negociada com um parlamentar tucano. Se tudo der certo, o PSDB imitará o PP, o PSD e o PSC e entrará na coligação liderada pelo PMDB para a disputa de vagas na Câmara dos Deputados.
Vantagens 
Para Picciani, o chapão viabilizaria a eleição de mais parlamentares tucanos. Em troca, o PSDB apoiaria a candidatura de Pezão ao governo do Rio. O presidente do PMDB diz que o PT nacional não reclamaria do acordo.

Cardápio especial e mimos para as mães hoje


Cardápio especial e mimos para as mães hoje

Restaurantes oferecem flores e promoções para elas festejarem seu dia com a família

O DIA
Restaurantes da Baixada Fluminense estão preparados para receber as mães hoje, em seu dia. Além do cardápio caprichado, que inclui frutos do mar, carnes, comida japonesa e nordestina, alguns oferecem promoções, flores e presentes. Alternativas é o que não faltam para comemorar a data com toda a família.
Em Nova Iguaçu, o destaque do restaurante Vikings é uma cortesia de sobremesa para todas as mães que almoçarem na casa. Será oferecida a Äppelpaj, combinação de torta norueguesa de maçã e sorvete finlandês de creme, coroada com uma calda quente de caramelo.
No Estação Tókio, a mãe, Nathalie Torres de Souza, e o filho, Roger Souza de Almeida, vão comemorar hoje o Dia das Mães com culinária japonesa
Foto:  Fernando Souza / Agência O Dia
O prato sugerido é o Midgard, composto de arroz arbóreo, reduzido no vinho branco, com camarões marinados em temperos rústicos, ervilhas frescas e polvilhado com queijo parmesão. Para duas pessoas, ele custa R$ 45,80. O Vikings estará aberto do meio-dia à 1h. A entrada é por ordem de chegada.
O Estação Tókio, também em Nova Iguaçu, vai presentar cada mãe com uma flor. Além disso, haverá sorteios de tratamentos de beleza e pacotes de desconto em academia. O restaurante, especializado em culinária japonesa, também vai oferecer um desconto no rodízio japonês. O valor, de R$ 52,90, passa para R$ 44.
O prato de destaque é a tempura de camarão, que é o crustáceo empanado e servido com salada de vegetais. Custa R$ 40 para duas pessoas. O restaurante estará aberto a partir das 16h e vai até o último cliente. A entrada é por ordem de chegada.
Em Nilópolis, o Armazém do Pereira preparou para as mães uma entrada com torradas, pasta de manteiga de ervas, queijo, azeitona e picles. O prato de destaque é o medalhão de filé mignon, envolvido com bacon ao molho madeira, champignon e arroz à piamontese, a R$ 86,90, para duas pessoas. O restaurante estará aberto do meio-dia às 17h, por ordem de chegada.
Em Duque de Caxias, o Musssarela, especializado em comida nordestina, vai distribuir rosas para todas as mães que forem almoçar na casa. O prato de destaque hoje será a costelinha de porco com aipim cozido, acompanhada de arroz, feijão, pirão e farofa. Ele serve duas pessoas e custa R$ 32. O restaurante estará aberto das 11h às 19h. O atendimento também é por ordem de chegada.

Polícia para quem precisa


Polícia para quem precisa

Levantamento mostra que efetivo é reduzido em grandes áreas, como Niterói e Baixada

FLAVIO ARAÚJO
Cada policial militar de Niterói precisa se responsabilizar pela segurança de 828 moradores. Na vizinha São Gonçalo, são 1.428 habitantes por PM, e no 20º BPM, responsável por Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis, a conta chega a 2.160 moradores por policial. A equação geralmente é simples: quanto mais polícia nas ruas, menor o número de crimes. Quando essa conta não é bem feita, quem paga é a população.
'Equação da violência'
Foto:  Arte: O Dia
O DIA elencou quatro tipos de delitos medidos pelo Instituto de Segurança Pública: homicídio, estupro, roubo de veículo e roubo em coletivo. Nos municípios onde a proporção de moradores é maior que 600 para cada PM, dos 12 índices avaliados — no primeiro trimestre de 2013 em comparação a 2012 —, nove subiram. As maiores altas são de homicídios em Niterói (41%) e roubo em coletivo na Baixada (80%). 
A realidade é bem diferente nas cidades do Rio, e de Macaé e municípios vizinhos, estes cobertos pelo 32º BPM. Dos oito dados estudados, sete caíram. 
“A proporção de um policial por 350 a 400 habitantes é satisfatória. Em São Paulo, são 303, e nos EUA, 400. O que está acontecendo no Rio é sangria dos batalhões”, avalia o ex-secretário Nacional de Segurança Pública e coronel PM de São Paulo José Vicente da Silva.
“A falta de segurança afeta a economia da cidade. As pessoas têm medo de andar com dinheiro e evitam transitar em muitos lugares. O comércio está contratando segurança privada”, conta o diretor da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Niterói, Luiz Vieira.
Questionada sobre aumento de efetivo nos batalhões citados, a Secretaria de Segurança não respondeu.
Discrepância ao comparar com UPPs
Em todo o Estado do Rio, a média é de 410 moradores por PM; e, em todo o Brasil, de 472, segundo a Senasp. Mas, nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), os moradores podem se considerar privilegiados. Na Cidade de Deus, por exemplo, há um PM para cada 146 pessoas e esse efetivo cobre área 247 vezes menor que a região do 12ºBPM, de Niterói.
Melhor ainda é a situação de quem vive na Mangueira. Com 343 PMs, cada agente cuida da segurança de 51 habitantes, em uma área de 0,5 km².

Pesquisa: homens infiéis não gostam da sogra


Pesquisa: homens infiéis não gostam da sogra

Segundo levantamento feito com 1.922 internautas, as mulheres traidoras, ao contrário, as consideram segunda mãe

O DIA
Rio - Há quem queira vê-la bem longe e quem a chame de segunda mãe, mas quando o assunto é sogra, é difícil ser indiferente. Pesquisa feita pelo AshleyMadison.com — maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo — revela que 84% dos homens que traem suas esposas não se relacionam bem com a sogra, considerada para eles, uma ‘pedra no sapato’.
Enquanto isso, para 91% das mulheres infiéis, a relação com a sogra é ótima. Elas tratam as mães de seus maridos como se fossem suas também. Ao todo, foram ouvidos 1.922 cariocas de ambos os sexos. De acordo com o diretor geral do AshleyMadison.com no Brasil, Eduardo Borges, a pesquisa, apesar de ter tom humorado, desperta reflexão sobre o assunto.
“Há uma diferença entre os sexos. Por que para as sogras os homens levam a fama de cafajestes e as esposas, de santas? Que situações do cotidiano levam a essa desigualdade de sentimentos?”, indaga Borges.
Dos entrevistados, 55% dos homens cadastrados no AshleyMadison.com disseram que a frase que melhor definiria sua relação com a sogra seria: “Bígamo é o pecador que paga seus pecados, porque tem duas sogras”. Já 68% das mulheres cadastradas elegeram a frase “Fico feliz por você existir, querida sogra”.
Para a maioria dos homens (51%) e das mulheres (64%), a visita a sogra se dá menos de uma vez ao mês. Mas, para 81% deles, se pudessem, nunca a visitariam. “Aquilo (se referindo à sogra) é uma mala sem alça. Não pode me ver que implica com tudo, a começar pelo meu jeito de vestir e com minhas gírias. Ela nunca gostou de mim. Não faço a menor questão de visitá-la”, afirmou X., 37, um dos que responderam a pesquisa.
Para 34% das mulheres, porém, visitar a sogra pelo menos quatro vezes ao mês seria o ideal. “Para se dar bem com a sogra, basta nunca desafiá-la, nunca falar mal do filho e jamais esquecer de datas importantes, como as de aniversário e de casamento dela”, ensina Y., 39.

Solange Badim diz que, assim como a Delzuite, é uma supermãe


Solange Badim diz que, assim como a Delzuite, é uma supermãe

Atriz de 'Salve Jorge' ainda conta que cuida muito bem da filha

PAULO RICARDO MOREIRA
Rio - O almoço em família, neste domingo, vai ter um sabor mais que especial para Solange Badim. Em sua casa no Leblon, no Rio, ao lado da filha, Sofia, de 13 anos, a atriz recebe os pais e os irmãos para uma dupla comemoração: o Dia das Mães e o seu sucesso em ‘Salve Jorge’. Doze anos após ter feito sua primeira novela — ‘Porto dos Milagres’, em 2001 —, ela conquista o público como a batalhadora Delzuite, mãe de Lurdinha (Bruna Marquezine), Samantha (Karina Ferrari) e Aisha (Dani Moreno), a filha que ela imaginava morta, mas foi traficada.
“Sou mãezona que nem ela, cuido muito da minha filha. Delzuite é barraqueira, mas tem um jeito ingênuo. Não tem maldade. Ele é bacana, solidária, boa para as filhas”, exalta.
Solange se emocionou muito ao gravar o encontro entre Delzuite e a filha roubada ainda bebê na maternidade. Para ela, o tráfico de crianças foi abordado com sensibilidade pela autora Glória Perez.
'Sou uma mãezona', garante a atriz
Foto:  João Laet / Agência O Dia

“No caso de Aisha, foi bom mostrar que nem tudo são flores. Quando a pessoa que foi traficada encontra a mãe biológica, existe a possibilidade de um choque, uma rejeição. É comum que elas sintam um vazio que não conseguem preencher. Aisha tem um choque ao ver a família, que é pobre, mora na favela, mas o afeto é tão grande que ela se rende, percebe que nada cobram dela. É um amor incondicional”, diz.
Assim como Delzuite mantém Lurdinha em rédea curta — “Ela não quer que a filha se envolva com traficantes do Alemão, mas é difícil controlar uma menina de 20 anos”, comenta —, a atriz se desdobra em proteção e não dá colher de chá à filha. “Apesar de ter 13, Sofia ainda é uma criança. Hoje em dia, elas não são bobas como éramos na infância, são muito adiantadas, antenadas, têm acesso a muita informação, internet, tudo! Mas, por enquanto, não deixo minha filha sair à noite, não! Nem pensar”, avisa.
Não foi só o instinto materno da personagem que cativou os espectadores de ‘Salve Jorge’. Aos 49 anos, Solange acredita que a moradora do Alemão atraiu a cumplicidade de muitas mulheres por ser capaz de perdoar as traições do marido, o malandro Pescoço (Nando Cunha).
“A maioria das mulheres quer que ela largue o Pescoço, fala que conhece homens como ele. Acho difícil julgar quando se trata de amor. Cada um sabe de suas necessidades e carências. Delzuite se sente feliz com o Pescoço, que é bom amante. E, por isso, acaba perdoando os erros dele. Muita gente tem esse tipo de relacionamento, que é meio doentio, em qualquer classe social. Não acho uma coisa saudável. É um desrespeito das duas partes. Não quero isso pra mim, não”, diz ela, que está solteira e mantém a amizade com o ex-marido, o artista plástico e cenógrafo Sérgio Marimba, pai de sua filha. “A nossa relação é de admiração e carinho mútuos. Ele é muito presente na vida de Sofia”.
A atriz garante que nunca brigou por causa de homem, como faz Delzuite com a rival Maria Vanúbia (Roberta Rodrigues), nem passou por situação semelhante à vivida na trama, envolvendo traição. Mas ela admite que seria capaz de dar uma segunda chance ao companheiro. “Não perdoaria alguém como Pescoço, que é uma carne dura de engolir. Mas acho válido perdoar. Eu daria uma segunda, talvez até uma terceira chance. Mas isso é muito relativo, não dá para cravar”, pondera.
A boa vida que Delzuite dá ao malandro também não é bem-vista. “Tem muito homem encostado como Pescoço nas classes mais baixas. Ninguém tem que depender do outro. Acho que precisa haver um meio termo, uma parceria, não pode ter alguém montando. Ficar na aba não é uma coisa bacana. Mas não digo que dessa água não beberei, porque a pessoa pode ficar sem emprego por um tempo. Isso não é um crime. Mas tem prazo de validade. Ter uma pessoa nas costas o tempo inteiro não dá!”, avalia. Se pudesse escolher um final para Delzuite e Pescoço, ela diz que gostaria de ver o malandro pegando pesado no trabalho. “Queria que ele arrumasse um emprego. Eu até o vejo trabalhando com uma gravatinha, fazendo aquele horário das 9h às 17h”, brinca.
Com 30 anos de carreira, grande parte dela desenvolvida no teatro, e participações em ‘Malhação’ e nos seriados ‘A Diarista’ e ‘A Grande Família’, Solange conta que sua vida não mudou por causa do sucesso na novela das nove.
“Nas ruas, as pessoas me param para dar parabéns. Fico lisonjeada, adoro que cheguem em mim. Não sou estrela, não tenho deslumbre. Que venham os elogios, sim! Espero fazer cada vez melhor. Na TV, é difícil dimensionar essa coisa do sucesso. No teatro, eu já tinha esse carinho, e dá para sentir na hora quando a plateia gosta da peça”, conta ela, que planeja levar o musical ‘Emilinha & Marlene — As Rainhas do Rádio’ a São Paulo no segundo semestre. A atriz também já tem convite da dupla de diretores e produtores Charles Möeller e Claudio Botelho para estrelar outro musical ano que vem. “Sempre trabalhei no teatro. Para mim, a TV não é um fim, é um meio. Não queria fazer qualquer coisa. Claro que quero fazer mais TV! Gosto de trabalhar”.

As Caras do Rio: O Árabe do Pepê


As Caras do Rio: O Árabe do Pepê

Marco Antonio Maciel faz sucesso vendendo salgados na Praia da Barra

CRISTINE GERK
Rio - Um sonhador na hora do bronze poderia imaginar que se teletransportou para o deserto do Atacama quando ele chega na areia vestido de árabe, montado num camelo que toca música e ao lado de uma odalisca dançando até o chão. Mas suas deliciosas esfirras não têm nada de miragem. Marco Antonio Maciel, 59 anos — o Árabe do Pepê, Kalifa ou Sadam Hussein — acontece na orla carioca há 30 anos e garante ter sido o pioneiro da comida árabe na praia. “Depois, uns 200 me imitaram. Mas quando chego, saem correndo”, gaba-se o dono da barbicha branca.
Marco Antonio Maciel faz sucesso vendendo salgados árabes na Praia da Barra
Foto:  João Laet / Agência O Dia
Fora do personagem, Marco não tem nenhuma ligação com o mundo árabe. Nasceu em Campos do Jordão, São Paulo, e é descendente de italiano, mas tem o maior sonho de visitar o Marrocos porque “queria principalmente conhecer um harém”. Nosso herói de hoje foi discotecário por 13 anos, mas sentiu que estava ficando velho e “queria outras emoções”. Aproveitou seu dom para a música na seleção de melodias do camelo. Apesar da culinária estar no sangue (seu pai era dono de restaurante), ele aprendeu a fazer os salgados observando cozinheiros e começou a vender em Copacabana. Depois de 10 anos, se estabeleceu na Praia da Barra, onde aguça o paladar até hoje.
Há cinco anos, quando começou o boom de ‘habib’s’ na areia, ele encomendou a amigos da escola de samba da Mangueira seu camelo, que batizou de Cabul. Chamou uma frequentadora da praia para ser sua odalisca e montou a cena para se diferenciar. Onde chega é atração, sobretudo para as crianças, e o camelo já virou até bem tombado do Rio.
“Tenho 15 roupas de árabe e uma costureira própria. Até alugo minhas vestimentas para festas. No verão, chego a vender mil peças por dia”, comemora Marco, que cobra R$ 6 por salgado, R$ 12 a kafta, R$ 8 o kibe de bandeja e R$ 25 o sanduíche completo. O carro-chefe é a esfirra de carne. Os preços parecem salgados, mas são para pagar os quatro ajudantes da praia, dois da cozinha, um motorista e a odalisca. Para ninguém reclamar, o Árabe do Pepê oferece máquina de cartão de débito e crédito. Aliás, seu comércio está tão chique que a BBC de Londres veio aqui fazer matéria com ele e agora uma emissora de lá vai gravar programa ao vivo.
'Já estou na terceira geração de gente alimentada na praia', Marco Maciel, ambulante
Foto:  João Laet / Agência O Dia
Além de tocar seu negócio, Marco faz campanha para manter a orla limpa. Mesmo no inverno, está nas praias se fizer sol. Também trabalha em eventos grandes da cidade, como feiras e shows. Faz os salgados na sua casa, no Caju. “O tempero e o ponto certo da massa são o segredo”, arrisca. Kalifa agora pretende fazer camelo mais moderno, com movimento e tudo, e sonha criar um ônibus do árabe, com “cozinha para levar para todo canto”. Normalmente, seu trajeto é do Barra Bit até o Hotel Praia Limpa, na área do Pepê. O Cabul mora num estacionamento lá perto. “Enquanto tiver saúde e disposição, vou continuar. Já estou na terceira geração de gente alimentada na praia”, orgulha-se ele, que agora evita comer seus próprios kibes já que está de dieta.
QUANDO FOI INAUGURADA A BARRACA DO PEPÊ?
A primeira foi aberta em 1981, na praia do Pepino, onde até hoje aterrissam asas-delta que decolam da Pedra Bonita.
AGORA JÁ SE EXPANDIU, É?
Isso! Virou uma franquia, presente até em shoppings centers, vendendo sanduíches naturais, salgados integrais, sucos de frutas e açaí.
QUANTAS PESSOAS MORAM NO CAJU?
São cerca de 20.500 habitantes no bairro da zona Norte onde mora Marco. Faz limite com Benfica, Maré, Vasco da Gama e Santo Cristo.
QUANDO SUA OCUPAÇÃO COMEÇOU?
Em meados de 1800, é um dos bairros mais antigos da cidade. Mas só em 1981 este foi emancipado do bairro de São Cristóvão.
SEMPRE FOI COMO É?
Não! Entre 1820 e 1940 foi um bairro nobre, mas, hoje em dia, possui mais características de um bairro pobre do que do centro de uma grande cidade.

Banho de loja na estrela


Banho de loja na estrela

Mercedes-Benz Classe E Coupé já evoluiu, mas as belas linhas ganharam personalidade

O DIA
Para marcar a despedida da geração atual da Mercedes-Benz Classe E Coupé — que já tinha linhas bastante interessantes e foi recentemente substituída —, os designers da alemã Prior Design decidiram customizar o belo modelo da marca da estrela de Stuttgart.
Visual ‘bad boy’ com rodas e pneus mais largos pediu para-lamas alargados. Na frente se destacam as grandes tomadas de ar para os freios
Foto:  Divulgação
Para ficar com um visual bem mais ‘bad boy’, a fera recebeu um novo para-choque dianteiro com tomadas de ar bastante generosas para refrigerar o motor e o sistema de freios — há também saídas nas extremidades —, além de um novo spoiler feito de fibra de carbono, mais leve. A frente do cupê recebeu ainda as apropriadas luzes diurnas de LEDs.
As laterais da Mercedes-Benz Classe E Coupé ganharam rodas maiores e mais largas, com pneus de perfil 30, que tornaram necessários novos para-lamas alargados — os dianteiros têm saídas de ar quente para os freios —, que deixaram o modelo mais largo, com um jeitão mais parrudo e esportivo. Há ainda um faixa decorativa na cor preta com as letras P e D — iniciais da preparadora alemã Prior Design —, além de novas saias produzidas também em fibra de carbono.
Visual ‘bad boy’ com rodas e pneus mais largos pediu para-lamas alargados. Na frente se destacam as grandes tomadas de ar para os freios
Foto:  Divulgação
A traseira do cupê passa a contar com um spoiler de teto e um outro na tampa do porta-malas. Um novo extrator de ar na base do para-choque é responsável por aperfeiçoar a concepção aerodinâmica e abriga quatro novas ponteiras do sistema de escapamento.
Interessado? O kit de customização de carroceria criado pela Prior Design para a Mercedes-Benz Classe E Coupé tem preços que partem de 7.900 euros — o equivalente a quase R$ 20.777.

Confira as plantas certas para a sacada


Confira as plantas certas para a sacada

Conheça as espécies mais indicadas para compor o jardim na varanda

O DIA
Para quem mora em apartamento, a varanda representa a possibilidade de ter um pouco de verde ao redor. “É fundamental reservar um local para a natureza. Não importa o tamanho do jardim, mas sim a qualidade de vida que ele nos oferece”, diz a paisagista Paula Magaldi.
Zamioculcas e lanças-de-São-Jorge são espécies resistentes, que necessitam de pouca luz, e ficam perfeitas em varandas
Foto:  Divulgação
Antes de planejar o seu jardim na varanda é preciso redobrar a atenção no momento da escolha das espécies. As mais recomendadas são as de sombra e meia-sombra, que podem ser usadas em jardineiras de alvenaria ou em vasos.
A arquiteta Débora Aguiar optou por uma varanda com sombra e usou plantas como a pata-de-elefante, a pleomele, a clúsia e o buchinho para destacar o ambiente
Foto:  Divulgação
A incidência do sol, a ação dos ventos e o espaço disponível também são determinantes para a definição do projeto. Em andares altos, por exemplo, o sol é presença garantida. Para aproveitá-lo, aposte no colorido de árvores frutíferas como os pés de jabuticaba, romã e pitanga. Os apaixonados por ervas e temperos também podem reservar um local para uma pequena horta.
Na varanda, a composição harmônica alia bambu-mossô, jabuticabeira, asplênios e orquídeas
Foto:  Divulgação
Veja abaixo as espécies mais indicadas para cada ambiente e como cuidá-las:
Espécies indicadas para meia-sombra: lança-de-são-jorge, pândano espiral, pata-de-elefante, pau-d’agua, asplênio, palmeira-ráfis.
Cuidados: irrigação, limpeza e adubação.
Espécies indicadas para varandas ensolaradas: palmeira fênix, moreia bicolor, pleomele e jabuticabeiras.
Cuidados: verifique a necessidade de rega de cada espécie e a posicione para que receba a ação dos ventos com frequência.
Espécies mais recomendadas para a sombra: palmeira-ráfis e bromélia de sombra.
Cuidados: fique atento ao excesso de água, pois, nesse caso, ela pode ser mais prejudicial do que a falta de rega.
As informações são de Juliana Guimarães, do IG

sábado, 11 de maio de 2013

Benfica – V. Guimarães Bilhetes para a Final da Taça de Portugal à venda este domingo


Bilhetes para a Final da Taça de Portugal à venda este domingo
Facebook Twitter 
09-05-2013 19:00

Benfica – V. Guimarães

Bilhetes para a Final da Taça de Portugal à venda este domingo

Esta quinta-feira, o Sport Lisboa e Benfica vai receber 12.689 bilhetes para a Final da Taça de Portugal, que coloca frente-a-frente os “encarnados” e o V. Guimarães. A partida realiza-se no estádio do Jamor, no dia 26 de Maio, pelas 17h15 (abertura de portas às 14h45).

A comercialização dos bilhetes a Sócios do SL Benfica irá iniciar-se no próximo domingo, dia 12 de Maio, nas bilheteiras da Praça Centenarium, nas seguintes condições:
• Entre as 8 horas e as 14 horas – Exclusivo a Sócios com Red Pass Fundador, Centenarium e Premium, com quota de Março de 2013 em dia.

• Entre as 14 horas e as 22 horas – Abertura a todas as categorias de Red Pass, com quota de Março de 2013 em dia.

 Caso ainda haja bilhetes, o Clube continua a venda no dia 13 de Maio, segunda-feira, nas seguintes condições:
• Entre as 8 horas e as 14 horas – Exclusivo a todas as categorias de Red Pass, com quota de Março de 2013 em dia.

• Entre as 14 horas e as 22 horas – Abertura a todos os restantes Sócios, com quota de Março de 2013 em dia.

Categorias de bilhetes disponíveis:
Categoria 1 (Central) – 30€;
Categoria 2 (Lateral) – 20€;
Categoria 3 (Topo Norte) – 15€.

A venda é exclusivamente efectuada na Bilheteira da Praça Centenarium do Estádio do SL Benfica (não há venda nas Casas do Benfica nem no Site Oficial).