sábado, 12 de julho de 2014

João Gabriel agradece chance de jogar no Botafogo e elogia 'time maravilhoso'

João Gabriel agradece chance de jogar no Botafogo e elogia 'time maravilhoso'

Meia marca gol da vitória de 2 a 1 em jogo-treino com o Artsul

O DIA
Meia comemorou chance de jogar pelo Botafogo
Foto:  Divulgação
Rio - O Botafogo venceu o Artsul em jogo-treino nesta sexta-feira, por 2 a 1. Os autores dos gols do Glorioso foram o meia João Gabriel e o atacante Yuri Mamute, que chegaram ao clube durante o período de treinamentos para o segundo semestre da temporada. Os dois não esconderam a alegria por serem os responsáveis pela vitória da equipe. João Gabriel agradeceu a chance de jogar pelo time alvinegro e expôs suas características de jogo.
"Primeiramente eu queria agradecer a oportunidade de estar aqui no Botafogo. Eu gosto muito de me movimentar dentro de campo, tenho um bom chute de fora da área e também vou bem nas cobranças de falta. Na Matonenese eu vinha jogando como um terceiro atacante, mas eu estou à disposição do Mancini para ser utilizado da melhor maneira. Primeiro quero buscar o meu espaço nos treinamentos", comentou.
João Gabriel também fez questão de elogiar o elenco alvinegro. Ele revelou que os companheiros o receberam bem e quer aproveitar a oportunidade de jogar no Botafogo.
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"É uma equipe maravilhosa, fui muito bem recebido e realmente é uma família. O grupo me recebeu de braços abertos e estou muito à vontade na equipe. É uma oportunidade única, vinha buscando isso desde as categorias de base e agora estou podendo jogar, agora aqui no Botafogo", disse João Gabriel, que mostrou personalidade ao garantir que não vai fugir das responsabilidades que o jogador de um grande clube tem.
"Essa disputa por vaga é uma crescente que venho buscando dentro dos treinamentos.A responsabilidade de vestir a camisa do Botafogo é muito grande, é um time de tradição. Tenho personalidade para ter essa responsabilidade e sei que a cobrança vai existir por vestir a camisa do Botafogo", concluiu.

    Jornalista da TV Bandeirantes, Osmar de Oliveira, morre em São Paulo

    Jornalista da TV Bandeirantes, Osmar de Oliveira, morre em São Paulo

    Comentarista morreu na cidade paulista com 71 anos

    O DIA
    São Paulo - Morreu nesta sexta-feira, aos 71 anos, o jornalista esportivo e médico Osmar de Oliveira. Ele estava internado em um hospital em São Paulo para a retirada de um tumor na próstata. Ele era assumidamente torcedor do Corinthians
    Dr. Osmar torcia para o Corinthians
    Foto:  Divulgação
    No mês de maio, Osmar deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital AC Camargo, no bairro da Liberdade, após complicações em uma cirurgia para retirada de um tumor na próstata.
    Osmar de Oliveira trabalhava como comanetarista na TV Bandeirantes. Só neste ano, também faleceram os narradores esportivos Luciano do Valle, que era da Band, e Maurício Torres, da Record, além de Fernandão, ex-atacante que acabara de engressar na carreira de comentarista pelo SporTV.
      Tags: Osmar , Copa do Mundo

      O mea-culpa no jogo inútil

      O mea-culpa no jogo inútil

      Seleção brasileira encara a Holanda no Mané Garrincha

      O DIA
      Rio - E não é que Felipão reconhece, com inacreditável atraso, que errou redondamente na escalação contra a Alemanha? Na nova formação contra a Holanda, ele devolveu Bernard à reserva de onde jamais deveria ter saído, reforçou consideravelmente o meio-campo e, de quebra, barrou Fred, que foi um poste durante a Copa. Mas esse time mais equilibrado também serve para que Felipão jogue para a galera os jogadores mais vulneráveis, responsabilizando-os pelo fracasso. Fernandinho, Fred e até Hulk saíram como os principais vilões.
      Mas a grande barração seria mesmo a do próprio Felipão e isso será uma questão de tempo. Nesse rescaldo final, ninguém está muito interessado no que vai acontecer hoje em Brasília. Se o Brasil ganhar, nada irá significar, e se perder, será mais uma razão para críticas. Mas Van Gaal está certíssimo quando vem dizendo, já há 16 anos, que esse jogo deveria ser cancelado pela Fifa. Uma dúvida é saber até onde o público de Brasília terá paciência para aturar essa Seleção.
      Felipão admitiu equívocos contra a Alemanha
      Foto:  André Luiz Mello
      A INTERVENÇÃO
      É bem possível que o Ministro Aldo Rabelo fale de uma espécie de intervenção federal na CBF como uma figura de retórica para acalmar o torcedor (e eleitor). É salutar que o Governo se preocupe com os feudos do esporte e que lute por uma mudança. Mas a evolução só poderá ser feita por lei sancionada pelo Congresso proibindo, por exemplo, o continuísmo nas federações e na CBF. A partir daí haveria renovação e novos ares. Mas sem controle direto do Governo.
      A VISITA
      Embora Neymar tenha se comportado de forma impecável em sua visita à Granja, mostrando incrível maturidade para sua idade, não há dúvida de que ele foi usado pelos cartolas e pela comissão técnica. Além de castigado por inúmeros tapinhas nas costas, sua presença serviu para tirar o foco do vexame sob pretexto de solidariedade à ‘família’ em crise. Não se sabe se ele teve noção disso mas, de qualquer forma, aceitou e ponto final. Ele foi um fantoche para interesses políticos.
      O HOMEM-CHAVE
      As chances da Argentina para a grande decisão de amanhã dependem muito das condições de Di María.Ele deve jogar, mas a dúvida é saber se poderá render normalmente. Em caso positivo, a Argentina estará muito reforçada no seu contra-ataque e Messi terá o seu escudeiro para tentar conquistar o sonhado título. Seria até bom para a final que um craque da categoria de Di María jogasse de forma íntegra para que houvesse uma equilibrada medição de forças.
      Robben afirmou que a Alemanha será campeã do mundo
      Foto:  Carlos Moraes
      MENOS, ROBBEN
      Robben está em qualquer seleção que se faça nessa Copa mas poderia se poupar de fazer previsões sobre futebol porque ele, macaco velho, sabe perfeitamente que surpresas estão em cada esquina. Ele está certo sobre o favoritismo alemão, mas não pode achar que o jogo está ganho de véspera. A Argentina virá cautelosa, traiçoeira, tem os seus trunfos e quem tem um supercraque como Messi merece sempre receio máximo. Uma vitória argentina não chegaria ser zebra.
      PASSADO E FUTURO NO DRAMA DA HUMILHAÇÃO
      Já tem gente por aí dizendo que, com o fracasso do meio-campo, nomes como Ronaldinho Gaúcho, Kaká e até Ganso e Robinho poderiam ter sido lembrados. Claro que, em tese, com o talento de um deles, teríamos uma opção técnica melhor, mas eles estavam muito mal nos últimos tempos e não se pode culpar Felipão. No futuro, a presença do treinador é, além de absurda, impossível. Não adianta Del Nero falar bobagem porque ele será atropelado pelos fatos.

        Bruno Cabloco tem boa atuação na vitória do Toronto pela Summer League

        Bruno Cabloco tem boa atuação na vitória do Toronto pela Summer League

        Recém-draftado, ala brasileiro vai bem em partida conta os Lakers antes da pré-temporada para a NBA

        O DIA
        Estados Unidos - Recém-draftado pelo Toronto, o ala Bruno Caboclo fez nesta sexta-feira, a sua primeira partida oficial pela equipe da NBA. O jogador começou como titular o confronto diante do Los Angeles Lakers, em Las Vegas, válido pela Summer League da NBA. O torneio acontece antes da pré-temporada da principal competição de basquete. Com mais de 24 minutos em quadra, o jovem, de 18 anos, anotou doze pontos, na vitória dos Raptors por 89 a 78 sobra os Lakers.
        Cabloco teve boa atuação
        Foto:  Reprodução Twitter
        O brasileiro foi o terceiro jogador da sua equipe com mais tempo em quadra. Caboclo conseguiu dois rebotes e não teve mais tempo de quadra, porque cometeu cinco faltas e ficou pendurado no jogo. Outro brasileiro em quadra, Lucas Nogueira também teve boa atuação. O pivô anotou 10 pontos e pegou cinco rebotes, em quase vinte minutos em quadra. Scott Machado também entrou no jogo mas não teve uma boa atuação, terminando a partida sem marcar nenhum ponto e cometendo cinco erros.
        LEIA MAIS: Notícias e bastidores da Copa do Mundo

        A equipe de Toronto poderá ter pelo menos dois brasileiros em seu elenco na temporada 2014-2015 da NBA. Além de Caboclo, que foi a 20ª escolha do draft 2014, Lucas Nogueira chegou a franquia, após ser envolvido em uma troca da equipe do Canadá com o Atlanta Hawks. Já Scott Machado está em período de testes durante a Summer League e poderá continuar, caso agrade.
          Tags: Cabloco , NBA

          Anderson Varejão comemora retorno de LeBron James ao Cleveland Cavaliers

          Anderson Varejão comemora retorno de LeBron James ao Cleveland Cavaliers

          Pivô da seleção brasileira aposta em grande temporada da franquia de Ohio

          O DIA
          Rio - Pouco depois do anuncio do retorno de LeBron James ao Cleveland Cavaliers, Anderson Varejão não deixou de mostra sua felicidade com a volta do "King James" a franquia de Ohio. O capixaba tratou de dar boas vindas ao velho amigo.
          "Ele é muito bem-vindo de volta. Não é preciso falar sobre suas qualidades, sobre seu basquete, fico muito feliz pelo retorno do jogador e, principalmente, pelo retorno do companheiro de time, do homem, do amigo, de um líder que vai fazer muito bem ao nosso grupo. Fiquei muito feliz com essa notícia. Tenho certeza de que uma grande temporada 2014-2015 nos espera", disse.
          Anderson Varejão celebra retorno de LeBron James a Cleveland
          Foto:  Divulgação
          O atleta também lembrou da primeira vez que LeBron retornou a Cleveland vestindo a camisa do Miami Heat. Ele acredita que o carinho que LeBron recebeu dos fãs pode ter sido fundamental em seu retorno à equipe.
          "Quando ele foi para Miami, houve uma revolta dos torcedores, o que é normal, envolve a paixão, não estavam perdendo qualquer jogador, estavam vendo LeBron ir embora. Quando ele esteve no evento do Zydrunas, sentiu de perto o quanto todos em Cleveland amam ele. Não consigo nem imaginar o tamanho da alegria dos fãs, sei que ele vai ser abraçado como nunca foi", comentou.
          LeBron James está presente no Rio de Janeiro em 11 de outubro, Ao lado de Anderson Varejão, vai enfrentar o Miami Heat, seu agora ex-time, em partida válida pela pré-temporada 2014-2015 da NBA.

            Após quatro anos em Miami, LeBron James retorna ao Cleveland Cavaliers

            Após quatro anos em Miami, LeBron James retorna ao Cleveland Cavaliers

            Jogador revelou transferência em carta pessoal para a revista americana 'Sports Illustrated'

            O DIA
            Estados Unidos - O bom filho à casa torna! Depois de quatro anos defendendo a camisa do Miami Heat, LeBron James anunciou seu retorno ao Cleveland Cavaliers, franquia pela qual o atleta começou sua carreira na NBA. A informação foi com uma carta pessoal do astro escrita para a revista americana "Sports Illustrated".
            LEIA MAIS: Basquete, vôlei, tênis e muito mais: acompanhe os esportes olímpicos
            O camisa 6 volta mais maduro para Cleveland, com quase 30 anos, e com o peso livre das costas de finalmente ter conseguido ganhar títulos na NBA. No entanto, a profecia ainda precisa ser completa em Cleveland.
            LeBron James anuncia retorno para o Cleveland Cavaliers
            Foto:  Reprodução Instragram
            Quem também comemora é o fã brasileiro. Pois o jogador irá se apresentar no país. O amistoso entre Cleveland Cavaliers e Miami Heat está marcado para o dia 11 de outubro, na HSBC Arena, no Rio.
            Confira a íntegra da carta de LeBron James:
            Veja abaixo, na íntegra, a carta de LeBron:
            "Antes de qualquer um se preocupar em onde eu gostaria de jogar basquete, eu era um garoto do Nordeste de Ohio. É onde eu andava. É onde eu corria. É onde eu chorava. É onde eu sangrava. Tem um lugar especial no meu coração. As pessoas lá me viram crescer. Às vezes sinto que sou filho delas. A paixão chega a ser incrível. Mas me motiva. Eu quero dar a elas esperança quando puder. Eu quero inspirá-las quando puder. Meu relacionamento com o nordeste de Ohio é maior que o basquete. Eu não tinha noção disso há quatro anos, agora tenho.
            Se lembram quando eu estava no clube "Boys & Girls" em 2010? Eu estava pensando, isso era muito difícil. Eu podia sentir. Eu estava deixando para trás algo que passei muito tempo criando. Se precisasse, faria tudo de novo, obviamente faria as coisas de um jeito diferente, mas ainda assim teria saído. Miami, para mim, foi que nem faculdade para outras crianças. Esses últimos quatro anos me ajudaram a me tornar quem sou agora. Eu me tornei um jogador melhor e um homem melhor. Eu aprendi com a franquia que eu queria ir. Eu sempre terei Miami como uma segunda casa. Sem as experiências que tive lá, não estaria fazendo o que estou hoje.
            Eu fui para Miami por causa de D-Wade (Dwyane Wade) e CB (Chris Bosh). Fizemos sacrifícios para manter UD (Udonis Haslem). Eu amei ser um irmão mais velho para Rio (Mario Chalmers). Eu acreditava que poderíamos fazer algo mágico se nos uníssemos. E isso foi exatamente o que fizemos! A parte mais difícil de sair foi o que eu construí com esses caras. Eu falei com alguns deles e vou falar com outros. Nada mudará o que conquistamos. Somos irmãos para a vida. Eu também gostaria de agradecer Micky Arison (dono do Heat) e Pat Riley (presidente da franquia) pelos quatro anos incríveis.
            Eu estou fazendo essa redação porque quero uma oportunidade de me explicar sem interrupções. Eu não quero ninguém pensando ‘Ele e Erik Spoelstra (técnico) não se davam bem...ele e "Riley nãose davam bem....o Heat não conseguiu montar um time'. Isso é absolutamente mentira.
            Eu não estou fazendo uma coletiva de imprensa ou festa. Depois disso, é hora de ir trabalhar.
            Quando deixei Cleveland, eu estava numa missão. Eu estava buscando títulos, e vencemos dois, Mas Miami já sabia o sentimento. Nossa cidade não tem esse sentimento em um longo, longo tempo. Meu objetivo é ainda vencer o maior número de títulos possíveis aqui, sem dúvida. Mas o mais importante para mim é trazer um troféu de volta para o nordeste de Ohio.
            Eu sempre acreditei que retornaria a Cleveland e terminaria minha carreira aqui. Eu só não sabia quando. Depois da temporada, me tornar um agente livre não estava nem em pensamento. Mas eu tenho dois filhos e minha esposa, Savannah, que está grávida de uma menina. Eu comecei a pensar sobre como seria criar minha família na minha cidade natal. Eu olhei para outros times, mas não deixaria Miami por nenhum outro time a não Cleveland. Quanto mais tempo passava, mais feliz ficava. Isso me fez feliz.
            Para trocar de time eu precisava do apoio de minha esposa e mãe, que pode ser muito dura. A carta de Dan Gilbert (dono dos Cavs), a vaia dos fãs, as camisas queimadas...ver tudo isso foi difícil para eles. Minhas emoções estavam misturadas. Era fácil dizer ‘Ok, não quero mais líder com essas pessoas'. Mas aí você pensa pelo outro lado. E se eu fosse uma criança que admirasse um atleta, e aí o atleta me fizesse ser melhor na minha vida e depois fosse embora?Como eu reagiria? Eu me encontrei com Dan, cara a cara, homem a homem. Nós conversamos sobre isso. Todos fazem erros. Eu também cometi erros. Quem sou eu para julgar?
            Eu não estou prometendo um título. Eu sei que isso é difícil de entregar. Nós não estamos prontos agora. De jeito nenhum. Claro, eu quero ganhar no ano que vem, mas sou realista. Será um longo processo, mais longo que em 2010. Minha paciência será testada. Eu sei disso. Eu estou em uma situação com um time jovem e um técnico novo. Eu serei o veterano. Mas me animarei de reunir um grupo e ajudar eles a irem a lugares que não tinham ido antes. Eu me vejo como um mentor agora e estou animado em liderar esses jovens talentosos. Eu acho que posso ajudar Kyrie Irving a se tornar um dos melhores armadores da Liga. Eu acho que posso elevar o nível de Tristan Thompson e Dion Waiters. E mal posso esperar para me reunir com Anderson Varejão, um dos meus companheiros favoritos.
            Mas isso não é sobre o elenco ou a franquia. Eu sinto que minha vinda vai além do basquete.
            Eu tenho a responsabilidade de liderar, em diversas formas, e levo isso a sério. Minha presença pode fazer diferença em Miami, mas acho que significa muito mais de onde vim. Eu quero que as crianças em Ohio, como as centenas da terceira série de Akron que eu patrocino pela minha fundação, percebam que não há melhor lugar para crescer. Talvez alguns deles voltem após a faculdade e comecem uma família ou abram um negócio. Isso me faria sorrir. Nossa comunidade, que sofre muito, precisa de todo o talento possível.
            No nordeste de Ohio, nada é dado. Tudo é conquistado. Você trabalha pelo que tem.
            Eu estou pronto para aceitar o desafio. Estou voltando para casa."

              Na moda: Alice de ‘Em Família’ posa com peças de comprimentos curtos

              Na moda: Alice de ‘Em Família’ posa com peças de comprimentos curtos

              Pode parecer loucura, mas mostrar as pernas já foi um sacrifício para a atriz Erika Januza

              CARMEN LUCIA
              Rio - Pode parecer loucura, mas mostrar as pernas já foi um sacrifício para a atriz Erika Januza, a Alice da novela ‘Em Família’. “Na adolescência, eu era muito magrinha. Passei a malhar para ganhar algumas curvas”, lembra a mineira. O projeto funcionou e, hoje, a moça de 29 anos gosta tanto de comprimentos curtos que posou para o D Mulher usando shortinho, minissaia e minivestido. “Acabei desenvolvendo uma resistência a calças”, brinca.
              Erika usa microvestido de estampa floral e cinto da Canal Concept, brincos Antonio Bernardo, botas e pulseira Espaço Fashion
              Foto:  André Wanderley

              Assim como a determinação foi grande na hora de cuidar do corpo, o mesmo aconteceu quando Erika decidiu investir no sonho de ser atriz. “Até 2011, eu trabalhava como auxiliar administrativa, mas sabia que a minha vida ia mudar. Participei de vários concursos de beleza, pois imaginava que esses eventos poderiam me ajudar. E deu certo. Foi assim que fiz a série ‘Suburbia’. Me dediquei e aprendi muito. A novela ‘Em Família’ é uma espécie de alma lavada. Esse sucesso é uma resposta a todas as palavras racistas que eu já ouvi durante a minha trajetória. Me sinto honrada quando mulheres negras me param na rua e falam: ‘Vai lá e representa a gente’”, conta.
              Fã das atrizes Zezé Motta e Taís Araújo, Erika acredita que, atualmente, os negros têm muito mais espaço no mercado de trabalho, mas garante que a luta continua: “As pessoas não podem se iludir achando que o racismo acabou. Ele está aí, só que camuflado. Acredito verdadeiramente que o foco e a paixão pelo que se faz ajudam a superar esse tipo de barreira.”
              Linda com casaco, minissaia, regata e colar, tudo da Leeloo
              Foto:  André Wanderley

              E, se a vida profissional vai muito bem, a pessoal não caminha no mesmo ritmo. Solteira há dois anos, ela quer encontrar o seu príncipe encantado. “Já passei por muitas decepções. Uma vez, um namorado disse que não sabia como me apresentar para a família por causa da minha cor. Mas, apesar de tudo, eu ainda acredito no amor. Quero muito entrar de branco na igreja e ter dois filhos”, sonha Erika. E o que será que um homem precisa ter para conquistá-la? “Gosto de caras bem-humorados. Ninguém merece ter ao lado uma pessoa que só reclama”, avisa.
              Sorridente com short, blusa, botas e colar da Espaço Fashion. O anel é da Ni Romiti Joalheria
              Foto:  André Wanderley

              Sexy: minissaia estampada e top de renda Espaço Fashion, escarpim Via Mia e brincos Antonio Bernardo
              Foto:  André Wanderley

                Tags: Moda , Erika Januza , Novela , Em Família