quinta-feira, 26 de julho de 2012

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Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro, conhecida pela sigla SUDERJ, é um órgão do estado do Rio de Janeiro responsável pela administração de diversos complexos esportivos fluminenses, entre eles o Maracanã, na capital, e o Estádio Caio Martins, em Niterói. Atualmente é presidida pelo economista Everardo Cândido da Silva.

Índice

  [esconder

[editar]História

Em 1947 foi criada a ADEM (Administração do Estádio Municipal), para administrar o projeto de construção do estádio do Maracanã, que seria utilizado para a Copa do Mundo de 1950.
Com a criação do estado da Guanabara, devido a transferência da capital para Brasília em 1960, a ADEM passou a se chamar ADEG(Administração dos Estádios do Estado da Guanabara).
Em 1975, quando ocorre a fusão do estado da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro, torna-se finalmente SUDERJ - Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro.

[editar]Presidentes

[editar]Centros esportivos

[editar]Ligações externas

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MEMÓRIAS DO FUTEBOL E DO JORNALISMO ESPORTIVO. JOÃO SALDANHA!


26/07/2012 - 07:22:24


Joaão Saldanha


A silhueta
João Saldanha

Toda cidade que se preza tem uma esquina, uma praça, um largo onde se reúnem turmas. Em Porto Alegre o largo do Medeiros, onde desde a revolução entre chimangos e maragatos está o Beregaray, que veio de Uruguaiana para Porto Alegre. É o "prefeito" do largo, onde atende seu expediente. Sempre de chapéu gelot, mas nem sempre de gravata sobre a camisa listrada. Às vezes de sobretudo. Comanda o papo com certa soberba. Deve ser muito amplo aquele papo do largo do Medeiros, pois resistiu a vários governos e a algumas ditaduras gaúchas e federais. Em Florianópolis lá estão os barrigas-verdes, fazendo onda. Aquela com o Figueiredo nasceu ali. Até ovos apareceram não se sabe como. Em Curitiba é a famosa Boca Maldita. Importante organização, muito peculiar. E presidida por uma carismática figura da Lapa, o Anfrísio Siqueira. A Boca ficou célebre quando, só falando mal, derrubou o governo León Peres. Sua sede fica no largo Luís Xavier. Ali fizeram um obelisco de mármore cinzento. E falam mal de todo o Brasil e do mundo. Reúne gente de toda a estirpe: juízes togados e de futebol, médicos e cirurgiões consagrados. O Félix de Almeida já operou quase todos, mas nunca recebeu de nenhum. Esta importante organização de rua faz de escritório uma agência do Bamerindus, onde sem a menor cerimônia entram e saem para usar a mesa do gerente e o telefone local e interurbano. Quem quiser escrever para a Boca basta colocar o endereço: "Boca Maldita, agência Bamerindus da praça Luís Xavier, Curitiba, Paraná, Brasil." Para teste mandei um cartão ao Anfrísio, de Tóquio, com este endereço, e batata: chegou lá.

No inverno eles vão para dentro do saguão de um hotel. Lá em Porto Alegre a turma do largo do Medeiros também entra para um local daqueles. Em São Paulo o pessoal é mais civilizado. Ou mais rico. Sentam num bar e fazem despesa. Turma de esquina era a dos cariocas, que se reunia na esquina da São João com Ypiranga. Parece que a barra pesou ali: um assalto em cima do outro, e saíram.

No Rio vários e vários pontos ficaram famosos. Mas nenhuma esquina seguiu a fama da esquina da rua Miguel Lemos com avenida Copacabana. O prefeito no começo era o Cristiano Lacorte, já falecido. Cristiano, paraplégico, usava cadeira de rodas mas comparecia a tudo. Futebol, turfe, samba, comícios, tudo. A turma resolveu e Cristiano foi um dos vereadores mais votados do Rio de Janeiro. Depois, aquela esquina elegeu o Paulo Alberto, o Artur da Távola, e o Edson Khair. Nestas últimas eleições, Macaé, o atual "prefeito", apoiou Brizola, depois Saturnino e a Alice Tamborindegui. Todos foram eleitos. Não que a esquina tenha sido decisiva, mas de qualquer forma demonstra sua profunda sabedoria e experiência política.

Uma série de fatos e ocorrências fizeram a esquina sempre mais famosa. Ali teve e tem de tudo. Andou sendo proibido o carnaval organizado nos bairros. Menos ali, onde começaram bailes infantis e depois com tablado, orquestra e tudo, bailes de marmanjos. O futebol é um dos grandes assuntos da esquina, mas nunca saiu briga séria por este lado. Uma democracia plena existe lá até hoje. Os mais consagrados craques do futebol, locutores esportivos e outros fazem ponto na esquina. E personalidades de "alto bordo", como juízes, dirigentes de clubes e das principais entidades esportivas do pais. A esquina sempre esteve presente, ora por uns ora por outros, a todos os grandes fatos ou eventos nacionais e internacionais. E quando apareceu no Rio de Janeiro um programa de televisão chamado o "Céu é o limite" vários representantes da esquina foram lá ganhar prêmios grandes. Havia piadas, apelidos sérios, e mesmo quando, após a revolução de 64, mandaram espiões para evitar qualquer propagação de idéias, em pouco tempo os "espiões" estavam integrados ao espírito comunitário e democrático da esquina. Houve um importante delegado especializado em política que dizia, quando o papo esquentava: "Bem, tenho de ir andando porque minha velha está me esperando." E caía fora. De fato não seria conveniente ficar ali. Denunciar quem? E depois ter de sair dali?

Um dia, a esquina inteira se mobilizou. Foi quando um edifício ali perto foi apelidado de "edifício Silhueta" . Já era mais de meia-noite quando chegou na roda um garoto, com os olhos maiores do que um pires e disse, gaguejando: "Ali naquele edifício tem um casal... eu acho. Estão lá dentro, mas se vê tudo da rua." Era sábado e a roda estava imensa. Até dividida em duas ou três rodinhas de papo. Um fundador do Botafogo, um dirigente atuante do Fluminense, ex-jogadores do Flamengo, do Botafogo, e do Vasco, médicos, advogados, dentistas — dentistas então sempre estavam uns três ou quatro — estudantes de várias escolas, comerciários e comerciantes, todo mundo. Casa cheia. Todos correram na direção que o tal garoto indicara. A avenida Copacabana encheu. Veio o ônibus e teve de parar. Passar como? O chofer ia entrar na bronca, mas um dos organizadores da pequena multidão, que já estava se acotovelando, com gestos bem significativos, fez ver ao chofer do ôn1bus o que se passava. O chofer entendeu logo e ficou na paquera do lance. Algum passageiro estrilou, mas ele, sem tirar os olhos do lance, mostrou o que se passava. E o casal mandando brasa. A porta estava fechada. Mas a luz do saguão ou hall de entrada estava acesa. Bem acesa e forte. A porta era vidro fosco. Ora, a luz por trás do casal transmitia para a turma da rua a mais perfeita silhueta que se poderia desejar. E foi juntando gente. Um gaiato quis fazer onda, mas um tremendo e severo "psssssiu" lhe tapou a boca. Parecia uma tropa de comandos ou de assalto pretendendo pegar o inimigo desprevenido. Com o ônibus parado e mal parado, os carros iam parando e as indicações sempre diretas apontando para o evento e pedindo silêncio. Todos compreendiam logo e até casais que iam passando paravam para olhar a cena inédita. De repente, o casal lá de dentro parou rapidamente. A mulher, que estava sempre abaixada, meio de quatro, se arrumou depressa. A rua ficou no mais profundo silêncio. Um segurando o outro para ninguém invadir o lugar privilegiado de alguém que chegara primeiro. Mas não era nada de mais. O elevador fora acionado, o casal atuante teve de parar e de dentro do prédio saiu um cidadão. Uma vaia chegou a ser ensaiada, mas o "sinal" de silêncio foi mais forte. O cara saiu, ficou meio atônito de ver a rua tão cheia. E, ante os gestos e vozes surdas de "cai fora... cai fora..." , olhou para trás e entendeu tudo. Procurou se ajeitar ali pela frente, mais foi energicamente barrado. Arrumou um lugar mais atrás e toda aquela pressa da saída do edifício desapareceu. O casal lá dentro engrenou de novo. Do começo. Fizeram tudo e de repente terminou. Um "oh...oh!" se fez ouvir. O cara do casal se arrumou, ela também. Ele deu um beijinho e veio para a rua. Mal a porta se abriu, uma tremenda ovação. Bateram palmas e saudaram o cidadão. Ele, meio aturdido, tomou a rua e se mandou, sumindo na primeira esquina da rua Miguel Lemos em direção à rua Barata Ribeiro. Desapareceu na noite e o papo bem entusiasmado voltou para a esquina. O ônibus foi embora e os carros puderam passar.

João Saldanha era gaúcho e nasceu em 1917 na cidade de Alegrete. Jornalista combativo, treinador, apaixonado pelo futebol, conseguiu unir o Brasil — então politicamente dividido — em 1969, por ocasião das eliminatórias para aquela que seria a Copa do tricampeonato no México. De temperamento difícil, extremamente corajoso, fez muitos inimigos na vida. Mas todos admiravam aquele homem (ainda que muitas vezes não o perdoando pelas aventuras que dizia — e acreditava — ter vivido) que assistiu a todas as Copas do Mundo de futebol; que, como jornalista, cobriu a guerra da Coréia; que desembarcou na Normandia com Montgomery e que fez a grande marcha com Mao Tse-Tung. Faleceu no dia 12 de julho de 1990, durante a Copa do Mundo.O texto acima, extraído do livro "Futebol e Outras Histórias", edição especial para a agência de publicidade MPM, São Paulo, 1988, pág. 139, é bem uma mostra de sua reconhecida capacidade de bem escrever e nos foi enviado pelo amigo Custódio, cartunista e autor do livro "Manual do Sexo Virtual".]

quarta-feira, 25 de julho de 2012

COMÉDIAS DO FUTEBOL!


Primeiros Socorros para crianças


  
ei15
As crianças podem nos surpreender e, em segundos, se envolverem numa situação de risco. Cortes, quedas, engasgos e queimaduras são alguns exemplos. Você sabe como prestar os primeiros socorros a uma criança? Prestar os primeiros socorros é muito diferente de medicar. Estamos falando da primeira assistência a quem precisa. O passo seguinte é procurar um hospital para se certificar que está tudo bem. Veja as orientações para os procedimentos mais apropriados em situações de emergência.

Engasgos
O que fazer: a técnica indicada para crianças de até sete anos é a da tapotagem. Consiste em inclinar o corpo da criança para frente e, com as mãos em concha, bater nas costas, até que o corpo estranho saia pela boca.



Após essa idade, se aplica a Manobra de Heimlich, conhecida como compressão abdominal. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima, ao mesmo tempo. Antes dos sete anos, a manobra não é indicada, por ser mais agressiva. Não aplicada corretamente, poderá comprometer as costelas da criança.
O que NÃO fazer: o reflexo imediato de muitas mães, de tentar tirar o que está obstruindo as vias respiratórias, colocando o dedo na garganta da criança, não é indicado caso o objeto não esteja visível e com fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.

Queimaduras
O que fazer: queimaduras por líquido quente são frequentes em crianças. O mais indicado, se for uma queimadura leve, é colocar a parte do corpo queimada debaixo de água corrente por 15 minutos. Se a queimadura for muito grave e a pessoa não estiver respirando, é preciso fazer respiração boca a boca. Nesses casos, chame o SAMU (192) imediatamente.
O que NÃO fazer: ao contrário do que muita gente pensa, não se deve passar pasta de dente ou colocar pó de café.

Intoxicação

O que fazer: o mais indicado é levar a criança para um hospital. Se possível, leve também a embalagem do produto ingerido, para que os médicos possam prescrever os procedimentos mais eficazes.
O que NÃO fazer: uma coisa que muitos fazem erradamente é dar leite para cortar o efeito. Não é indicado. Da mesma forma, tentar fazer a criança vomitar também não é recomendável. O melhor mesmo é levá-la a um médico.

Fratura e torção
O que fazer: o único jeito de saber se houve ou não fratura, quando ela não é visível, é fazer uma radiografia. O que se deve fazer inicialmente é colocar gelo no local, observar o inchaço e verificar se tem hematoma (região roxa). Se a inchação continuar e tiver muito hematoma, é possível que tenha havido uma lesão óssea. Além de diminuir o inchaço, o gelo acalma a dor. Se a dor persistir, procure um hospital.


Queda
O que fazer: se bateu a cabeça, a criança deve ser examinada por um médico. Os responsáveis devem ficar atentos a vômitos e ao estado geral da criança. Se ela estiver entristecida, confusa ou não dormir bem, deve-se levá-la ao hospital imediatamente.
O que NÃO fazer: não deixar a criança dormir se ela bater a cabeça é um mito. Isso foi criado porque pensavam que, nesses casos, ela poderia entrar em coma. Mas uma pessoa dormindo, com respiração e batimentos cardíacos normais, é diferente de quem está em processo de perda de consciência.

Corte
O que fazer: o local deve ser lavado com água e sabão. Depois faça uma compressão com gaze ou pano limpo, para estancar o sangramento. Se o corte não for superficial, é melhor procurar um hospital para avaliar a necessidade de dar pontos. Deixar para suturar depois pode inviabilizar o procedimento, porque, em poucas horas, o risco de infecção aumenta e a sutura deixa de ser recomendada.

Afogamento
O que fazer: a primeira providência é verificar se a criança está respirando. Se não estiver, deve-se iniciar um procedimento conhecido como Reanimação Cardiopulmonar (RCP).
Essa técnica é complexa e o ideal é aprendê-la através de um treinamento específico. Se ninguém souber e não houver tempo para chamar socorro, a respiração boca a boca é mais simples. Ventila-se duas vezes dentro da boca da vítima, mantendo as narinas fechadas.




Transporte de vítima
O que fazer: chamar a ambulância. Transportar, por conta própria, alguém que sofreu algum tipo de trauma é perigoso. Em casos de fratura, o transporte deve ser realizado com o membro fraturado sobre uma superfície plana. Em casos de suspeita de trauma na coluna, deve-se evitar manipulações e solicitar remoção por uma ambulância. Só o transporte feito por profissionais treinados garante a estabilidade da vítima.

Como Reagimos ao Parar de Fumar? ATENÇÃO ATLETAS!

  
Como-Reagimos-ao-Parar-de-Fumar
20 minutos – Pressão arterial e freqüência cardíaca voltam ao normal.
8 horas - (CO) e (O2) voltam ao normal.
24 horas – Começa a reduzir o risco de infarto agudo do miocárdio.
48 horas – Terminações nervosas começam a se regenerar.
72 horas – Respiração fica mais fácil (Brônquio relaxamento), aumenta a capacidade pulmonar.
2 a 3 meses - Aumenta e facilita a circulação sanguínea (Caminhar toma-se mais fácil).
1 a 9 meses – Diminuição da tosse, congestão nasal, fadiga e falta de ar, movimento ciliar brônquico volta ao normal, limpando os pulmões. Aumentando assim a capacidade física.
1 ano - O imenso risco de doenças cardíacas coronarianas, cai para metade de quando se era um fumante habitual.
5 anos – A possibilidade de desenvolver um câncer de pulmão cai pela metade. O risco de um derrame cerebral após 5/10 anos sem fumar – é o mesmo de quem nunca fumou, o risco de câncer de boca, garganta e esôfago também.
10 anos - A morte por câncer de pulmão toma-se similar a dos não fumantes. As células pré-cancerosas são substituídas. reduz-se a quase zero os riscos de câncer na boca, garganta, esôfago

VOCÊ SABIA?

- A fumaça do cigarro contém Urânio, Plutônio, Tório e Polônio-210 (e mais outras 60 substâncias também radioativas). Fumar um maço de cigarros diariamente equivale aproximadamente, a uma radiografia por dia.
- Dois cowboys que faziam a propaganda do Malboro, ironicamente, morreram de Câncer do Pulmão.
- A nicotina presente no cigarro é utilizada como inseticida há, aproximadamente, 300 anos. Essa mesma nicotina que é tragada pêlos fumantes é a responsável pelo vício.
- Pesquisas atuais demonstraram que o vício causado pelo cigarro é semelhante ao vício causado por outras drogas, como cocaína ou heroína e que o abandono do cigarro é tão difícil quanto à das demais drogas.
- Quem nunca fumou ou não fuma há muito tempo, ao fumar apresenta os sintomas de uma intoxicação: tontura, náuseas, tosse, etc. Caso a pessoa insista em fumar esses sintomas desaparecem. Desse ponto em diante, o vício e todas as suas complicações são quase inevitáveis.
- A quantidade de cigarros ninados por dia é proporcional ao risco de se ter Câncer. Isso quer dizer que, se a pessoa fama de 1 a 9 cigarros diariamente, ela tem 5 vezes mais chance de ter Câncer do que um não-fumante, enquanto alguém que fama mais de 40 cigarros por dia tem uma chance 20 vezes maior que um não-fumante.
- Os fumantes passivos também têm chance de adquirir a doença, sendo que 25% a 46% das mulheres que morrem de câncer de pulmão e 13% a 37% dos homens não são fumantes, mas com certeza adquiriram a doença através da convivência com fumantes.
- 80 mil pessoas morrem no Brasil precocemente, a cada ano, em decorrência de doenças devidas ao tabagismo. Uma média de 10 pessoas por hora.
- 22 anos de vida é o que perdem as pessoas que fumam a vida toda, segundo cálculos da Organização Mundial de Saúde.
- 90% das mortes por câncer no pulmão são provocadas pelo fumo, que também é responsável por 85% das mortes por doenças pulmonares como enfisema.
- 25% das mortes provocadas por doenças coronarianas (infarto, por exemplo) e cérebrovasculares (como derrame) são provocadas pelo fumo.

ALGUMAS DAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS CONTIDAS NOS CIGARROS

- Amônia (NH3): Produto usado em limpeza de azulejos. É corrosiva para o nariz e para os olhos. Vicia. Facilita a absorção de nicotina pelo organismo.
- Propilenogoglicol (CaHgO2): Usado em desodorantes. Faz a nicotina chegar ao cérebro. Também utilizado como umectante para hidratar o tabaco.
- Acetato de chumbo [PB (CH3CO2)2]: Presente na fórmula de tinturas para cabelo, como o Grecin 2000. Cancerígeno e cumulativo no organismo. Banido da gasolina.
- Formol (CHzO): Conservante de cadáver. Nos vivos, provoca câncer no pulmão, problemas respiratórios e gastrintestinais.
- Pólvora: Libera partículas cancerígenas quando queimada. Facilita a combustão do cigarro e a produção de uma fumaça suave. Provoca tosse, falta de ar e irritação das vias respiratórias.
- Methoprene: Inseticida usado em antipulgas. Provoca irritações na pele e lesões no aparelho respiratório.
- Cádmio (Cd): Usado em pilhas e baterias. Metal altamente tóxico e cumulativo no organismo. Causa danos nos rins e no cérebro. Corrói o trato respiratório, provoca perda de olfato e edema pulmonar. Leva até 20 anos para ser expelido.
- Naftalina (C1OH8): É usado para matar baratas. Gás venenoso sintetizado em forma de bolinhas. Provoca tosse, irritação na garganta, náuseas, transtornos gastrintestinais e anemia.
- Fósforo (P4 ou P6): Usado na preparação de veneno para ratos, como o Racumin.
- Acetona (C3H6O): Usado em removedor de esmalte. Entorpecente e inflamável. Irrita a pele e a garganta, dá dor de cabeça e tontura.
- Terebintina: Usado para diluir tintas a óleo e limpar pincéis. Tóxico extraído de resina de pinheiros. A inalação irrita olhos, rins e mucosas. Pode provocar vertigem, desmaios e danos ao sistema nervoso.
- Xileno (C8H10): Presente em tintas de caneta. Inflamável e cancerígeno. A inalação irrita olhos, causa tontura, dor de cabeça e perda de consciência.
- Butano (C4H10): Gás de cozinha. Mortífero e altamente inflamável. Quando inalado, substitui o oxigênio no pulmão e é bombeado para o sangue. Causa falta de ar, problemas de visão e coriza.