Rio -  O investigador especialista em celebridades Paul Huebl afirmou que a cantora Whitney Houston pode ter sido assassinada, informou o site "Radar Online", nesta quarta-feira. “Tenho evidências que apontam que Whitney tenha sido vítima de traficantes poderosos, que enviaram capangas para cobrar uma dívida enorme envolvendo drogas”, disse o investigador que alegou já ter enviado as provas para o FBI. Os registros dos possíveis assassinos de Whitney estão gravados em fita.
Corpo da cantora continua em funerária de Newark | Foto: EFE
Whitney Houston era viciada em drogas | Foto: EFE
A polícia americana investiga o caso por meio de uma rede de informantes do tráfico, informou a publicação. Dois homens de identidade desconhecida foram vistos várias vezes no Beverly Hills Hilton, no período em que a cantora esteve hospedada, disse Paul. Um dia antes de morrer, Whitney recebeu um pacote de cocaína em seu quarto. No arquivo de áudio registrado na fita, pode-se ouvir a cantora reclamando da via. "Estou cansada desta m***". Segundo o FBI, Whitney estaria se referindo à sua dívida com drogas, que havia alcançado US$ 1,5 milhão (quase R$ 3 milhões).
No dia de sua morte, a cantora ficou no quarto por 45 minutos e, quando ambos os assassinos entraram no quarto, foram capturados pelas imagens de segurança do hotel. Segundo o legista responsável pela autópsia, nenhum jogo sujo estaria relacionado com a morte da cantora. O investigador discorda dessa opinião.
A cantora foi encontrada morta, em fevereiro deste ano, numa banheira de um hotel em Beverly Hills. Encontrada afogada, sua morte foi considerada como acidental.  Segundo as investigações da época, Whitney teria desmaiado, devido aos seus problemas cardíacos e consumo de drogas.