DH realiza perícia no local onde menina Adrielly foi baleada
Menina de 10 anos foi baleada na cabeça durante noite de Natal | Foto: Agência O Dia
Na última sexta-feira, a Polícia Civil constatou que o neurocirurgião Adão Crespo não comparecia ao trabalho no hospital Salgado Filho há cinco anos, mas continuava recebendo salário. Crespo estava na escala de plantão da noite de Natal, em que a menina Adrielly foi baleada na cabeça e teve que esperar por oito horas para ser operada, uma vez que o médico não apareceu no hospital.
A Delegacia Fazendária ouviu oito médicos que estavam de platão na noite de Natal. A polícia quer saber que funcionários ajudavam o neurocirurgião Adão Crespo a burlar a folha de ponto do hospital.
A delegada Izabela Rodrigues Santoni, da Delegacia Fazendária, esteve no Hospital Salgado Filho na última quinta-feira e após verificar as folhas de ponto da unidade, decidiu que vai indiciar o neurocirurgião Adão Crespo por estelionato contra a administração pública e falsidade ideológica.
Na última terça-feira, o delegado titular da 23ª DP (Méier), Luiz Archimedes, que investiga o caso afirmou que vai indiciar o neurocirurgião por omissão de socorro.
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