Juros sobem a 9%
Decisão do Copom eleva taxa básica e faz poupança render mais
Rio - Com a alta da taxa básica dos juros da economia, a Selic, de 8,5% para 9% ao ano, as cadernetas de poupança voltam a ter rendimento maior a partir de hoje. O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem, por unanimidade, subir o índice em 0,5 ponto percentual. É a quarta elevação consecutiva da taxa.
Conforme O DIA informou na terça-feira, as regras da poupança retornam ao modelo antigo pelo fato da Selic ultrapassar o patamar de 8,5%. Pela regra anterior, a remuneração dos saldos será feita com a correção de 0,5% ao mês e mais a variação da Taxa Referencial. O dinheiro depositado desde 4 de maio de 2012, na nova poupança, volta a ter o rendimento tradicional e os créditos serão depositados em 30 dias.
O Copom avaliou que a decisão “contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”. Economistas alertam que os juros baterão em 9,5% nos próximos meses.
A alta da Selic provocou reações no momento em que o comércio se prepara para vendas de fim de ano. A Fecomércio-RJ destacou que “o aumento da taxa prejudica enormemente a atividade comercial”. A federação alega que a alta afetará os preços dos produtos.
Conforme O DIA informou na terça-feira, as regras da poupança retornam ao modelo antigo pelo fato da Selic ultrapassar o patamar de 8,5%. Pela regra anterior, a remuneração dos saldos será feita com a correção de 0,5% ao mês e mais a variação da Taxa Referencial. O dinheiro depositado desde 4 de maio de 2012, na nova poupança, volta a ter o rendimento tradicional e os créditos serão depositados em 30 dias.
O Copom avaliou que a decisão “contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”. Economistas alertam que os juros baterão em 9,5% nos próximos meses.
A alta da Selic provocou reações no momento em que o comércio se prepara para vendas de fim de ano. A Fecomércio-RJ destacou que “o aumento da taxa prejudica enormemente a atividade comercial”. A federação alega que a alta afetará os preços dos produtos.
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