ONG da Síria afirma que pelo menos 322 civis foram mortos com armas químicas
Entre as vítimas do massacre estão 54 crianças e 82 mulheres
Cairo - O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) denunciou neste sábado a morte de pelo menos 322 pessoas, entre elas 54 crianças e 82 mulheres, no suposto ataque com agentes químicos da última quarta-feira em Guta Oriental e Ocidental, na periferia de Damasco.
Em comunicado, o OSDH afirmou que entre os mortos há também dezenas de rebeldes, enquanto 16 corpos não puderam ser identificados. O OSDH acusou diretamente o regime sírio de ter realizado esse massacre, mas as autoridades negaram o uso de agentes químicos.
O OSDH, que conta com uma rede de ativistas em todo o país, explicou que reuniu a informação de relatórios médicos e de testemunhos de profissionais de saúde que asseguraram que a maioria dessas pessoas morreu por exposição a gases tóxicos. Além disso, o observatório utilizou para sua pesquisa material audiovisual no qual é possível ver os corpos dos mortos sem vestígios de sangue, o que confirma que foram assassinados por armas não convencionais.
O governo do ditador Bashar al Assad acusou os rebeldes de terem utilizado armas químicas neste sábado contra seus soldados na cidade de Yobar, na periferia de Damasco. A Coalizão Nacional da Síria (CNFROS), a maior aliança opositora, negou neste que os rebeldes utilizem armas químicas em sua luta contra as forças do regime do presidente sírio, Bashar al Assad, e pediu a intervenção da comunidade internacional para interromper a "maquinaria de guerra" do governo de Damasco.
Enquanto, a representante da ONU para Assuntos de Desarmamento, Angela Kane, chegou neste sábado a Damasco para tentar convencer as autoridades sírias a permitirem que a missão de especialistas que está no país tenha acesso imediato à região do suposto ataque com armas químicas.
Em comunicado, o OSDH afirmou que entre os mortos há também dezenas de rebeldes, enquanto 16 corpos não puderam ser identificados. O OSDH acusou diretamente o regime sírio de ter realizado esse massacre, mas as autoridades negaram o uso de agentes químicos.
O OSDH, que conta com uma rede de ativistas em todo o país, explicou que reuniu a informação de relatórios médicos e de testemunhos de profissionais de saúde que asseguraram que a maioria dessas pessoas morreu por exposição a gases tóxicos. Além disso, o observatório utilizou para sua pesquisa material audiovisual no qual é possível ver os corpos dos mortos sem vestígios de sangue, o que confirma que foram assassinados por armas não convencionais.
O governo do ditador Bashar al Assad acusou os rebeldes de terem utilizado armas químicas neste sábado contra seus soldados na cidade de Yobar, na periferia de Damasco. A Coalizão Nacional da Síria (CNFROS), a maior aliança opositora, negou neste que os rebeldes utilizem armas químicas em sua luta contra as forças do regime do presidente sírio, Bashar al Assad, e pediu a intervenção da comunidade internacional para interromper a "maquinaria de guerra" do governo de Damasco.
Enquanto, a representante da ONU para Assuntos de Desarmamento, Angela Kane, chegou neste sábado a Damasco para tentar convencer as autoridades sírias a permitirem que a missão de especialistas que está no país tenha acesso imediato à região do suposto ataque com armas químicas.
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