Protesto em São Paulo
Ontem foi contra Alckmin e Cabral e em solidariedade a Amarildo
São Paulo - Mais uma vez protestos contra os governadores Geraldo Alckmin (PSDB) e do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), no Centro de São Paulo tumultuaram e interditaram trechos de vias na região da Avenida Paulista. Ontem à noite, manifestantes também afirmaram ser solidários à família do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, morador da Rocinha que desapareceu no dia 14 depois de uma operação policial na comunidade. Por volta das 21h, pelo menos três pessoas tinham sido presas pela Tropa de Choque da Polícia Militar.
O protesto foi convocado pela internet pelo grupo que se apresenta como Black Blocs. “Por todos os Amarildos desse Brasil, pelas mães e filhos que vivem a dolorosa incerteza da busca por um ente querido e principalmente pela desmilitarização da polícia que mais mata no mundo”, dizia o texto chamando para a manifestação.
Houve tumultos nas avenidas Brigadeiro Luís Antônio e 23 de maio e na Praça do Ciclista, e o cálculo inicial da PM era que havia cerca de 200 manifestantes. Entre as faixas com ataques aos governos Alckmin e Cabral, havia uma com a frase “Liberdade já para os presos por lutar”, que era uma referência aos cinco jovens presos em protesto na terça-feira na mesma região, onde houve confronto com a PM.
O protesto foi convocado pela internet pelo grupo que se apresenta como Black Blocs. “Por todos os Amarildos desse Brasil, pelas mães e filhos que vivem a dolorosa incerteza da busca por um ente querido e principalmente pela desmilitarização da polícia que mais mata no mundo”, dizia o texto chamando para a manifestação.
Houve tumultos nas avenidas Brigadeiro Luís Antônio e 23 de maio e na Praça do Ciclista, e o cálculo inicial da PM era que havia cerca de 200 manifestantes. Entre as faixas com ataques aos governos Alckmin e Cabral, havia uma com a frase “Liberdade já para os presos por lutar”, que era uma referência aos cinco jovens presos em protesto na terça-feira na mesma região, onde houve confronto com a PM.
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