Sucesso nas finanças: No vermelho
É importante calcular o quanto as dívidas vão impactar o orçamento
Rio - A elaboração de um planejamento mensal dos gastos e ganhos pode ajudar a dimensionar os recursos que estão disponíveis e a pensar como pagar pelos empréstimos. Para pessoas ou empresas a regra é a mesma: ou se ganha mais, ou se gasta menos, não existe mágica nesse aspecto. É importante também, calcular o quanto as dívidas vão impactar o orçamento. Isso pode ser feito através dos demonstrativos dos cartões de crédito.
Por Jair Abreu Júnior
PERGUNTA E RESPOSTA
“Mês passado tive que usar as reservas do cheque especial para pagar contas. Será que posso pegar empréstimo consignado para saldar essa dívida ou não vale a pena?”
Cleomir, Paciência
Cleomir, contrair novos compromissos para quitar os antigos só é vantajoso se o novo empréstimo for mais barato do que o antigo. Isso só é válido se a pessoa tiver condições de contratar crédito consignado, que tem taxas menores, pagar o cheque especial ou o cartão de crédito.
Uma vez que se tenha quitado os débitos, é preciso cuidado para não entrar outra vez no vermelho. Ao término do pagamento das obrigações, você deve seguir com rigor o estabelecido no planejamento mensal.
Tanto o cartão de crédito quanto o cheque especial merecem cuidados especiais, pois devem ser utilizados somente em casos de emergência e não como meio de pagamento de despesas. O uso indevido pode levar ao descontrole e agravar ainda mais a situação do consumidor.
O mais recomendado é fazer compras à vista ou em poucas parcelas, sempre considerando o orçamento do mês. Há pessoas que, equivocadamente, entendem o cheque especial como sendo dinheiro que o banco dá ao cliente, quando na verdade, se trata de um empréstimo sujeito a cobrança de juros e taxas administrativas.
Os percentuais aplicados sobre o valor do crédito variam e também dependem do relacionamento com o correntista. Se o cliente é bom, o limite é alto e a taxa menor.
Em média, o valor cobrado pelo cheque especial pode chegar a 10% ao mês, enquanto no crédito pessoal ou consignado vai a 3%. A vantagem do cheque especial é que o uso pode ser imediato. No entanto, o consignado opera com juros mais baixos , reduzindo os riscos de endividamento.
Jair Abreu Júnior é coordenador em Gestão Financeira da Universidade Estácio de Sá
Por Jair Abreu Júnior
PERGUNTA E RESPOSTA
“Mês passado tive que usar as reservas do cheque especial para pagar contas. Será que posso pegar empréstimo consignado para saldar essa dívida ou não vale a pena?”
Cleomir, Paciência
Cleomir, contrair novos compromissos para quitar os antigos só é vantajoso se o novo empréstimo for mais barato do que o antigo. Isso só é válido se a pessoa tiver condições de contratar crédito consignado, que tem taxas menores, pagar o cheque especial ou o cartão de crédito.
Uma vez que se tenha quitado os débitos, é preciso cuidado para não entrar outra vez no vermelho. Ao término do pagamento das obrigações, você deve seguir com rigor o estabelecido no planejamento mensal.
Tanto o cartão de crédito quanto o cheque especial merecem cuidados especiais, pois devem ser utilizados somente em casos de emergência e não como meio de pagamento de despesas. O uso indevido pode levar ao descontrole e agravar ainda mais a situação do consumidor.
O mais recomendado é fazer compras à vista ou em poucas parcelas, sempre considerando o orçamento do mês. Há pessoas que, equivocadamente, entendem o cheque especial como sendo dinheiro que o banco dá ao cliente, quando na verdade, se trata de um empréstimo sujeito a cobrança de juros e taxas administrativas.
Os percentuais aplicados sobre o valor do crédito variam e também dependem do relacionamento com o correntista. Se o cliente é bom, o limite é alto e a taxa menor.
Em média, o valor cobrado pelo cheque especial pode chegar a 10% ao mês, enquanto no crédito pessoal ou consignado vai a 3%. A vantagem do cheque especial é que o uso pode ser imediato. No entanto, o consignado opera com juros mais baixos , reduzindo os riscos de endividamento.
Jair Abreu Júnior é coordenador em Gestão Financeira da Universidade Estácio de Sá
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