Ricardo Gomes: um mentor na vida de Dedé
POR RICARDO NAPOLITANO
Dedé conta com os conselhos de Ricardo Gomes | Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
“Precisei da ajuda de muita gente, dos meus agentes, do pessoal da assessoria de imprensa e do Ricardo Gomes. Todo dia converso pelo menos 20 minutos com ele para desabafar até sobre coisas particulares”, disse.
A proposta do Corinthians foi tentadora, mas a diretoria do Vasco conseguiu mudar o contrato de Dedé, que só poderá ser negociado a partir do dia 1º de julho. Ele garante que deixar o clube nunca passou pela sua cabeça, mas revelou que tanta notícia envolvendo o seu nome o atrapalhou.
“Foi uma situação muito boa, pelo clube que o Corinthians é, mas sigo focado no Vasco. Muita gente disse que essa história me atrapalhou e admito que mexeu um pouco com a minha cabeça. Não por questão de querer sair do Vasco. Isso jamais aconteceu. O que me atrapalhou mesmo em campo foi a autoconfiança”, esclareceu o Mito, revelando que a sua situação também deixou a psicóloga do clube, Maria Helena, preocupada.
“Ela me sentiu diferente, meio pensativo neste período, e me chamou para conversar. Mas disse que minha cabeça está boa e que quero ajudar o Vasco”, declarou.
De fato Dedé está focado. No treino desta quinta, ele foi um dos jogadores que mais cobraram de seus companheiros orientando o posicionamento do time. Escolhido para ser o capitão da equipe nesta temporada, ele também falou sobre o que mudou desde que aceitou a função.
“Antes mesmo de ser capitão já tinha um espírito de liderança no grupo, algo normal de acontecer após quatro anos no Vasco. Mas não sou o único assim. Carlos Alberto e Wendel me ajudam muito. Tenho amizade grande com os meus companheiros e isso acaba ajudando”, completou.
“Foi uma situação muito boa, pelo clube que o Corinthians é, mas sigo focado no Vasco. Muita gente disse que essa história me atrapalhou e admito que mexeu um pouco com a minha cabeça. Não por questão de querer sair do Vasco. Isso jamais aconteceu. O que me atrapalhou mesmo em campo foi a autoconfiança”, esclareceu o Mito, revelando que a sua situação também deixou a psicóloga do clube, Maria Helena, preocupada.
“Ela me sentiu diferente, meio pensativo neste período, e me chamou para conversar. Mas disse que minha cabeça está boa e que quero ajudar o Vasco”, declarou.
“Antes mesmo de ser capitão já tinha um espírito de liderança no grupo, algo normal de acontecer após quatro anos no Vasco. Mas não sou o único assim. Carlos Alberto e Wendel me ajudam muito. Tenho amizade grande com os meus companheiros e isso acaba ajudando”, completou.
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