Clubes cariocas começam o ano com poucas novidades
Rhayner chega para reforçar o campeão brasileiro | Foto: Divulgação
Em dias de vacas magras, os únicos que não têm o que se preocupar são os tricolores. O planejamento foi manter o elenco campeão brasileiro e trazer quatro peças para a Libertadores. Duas já estão certas (Rhayner e Wellington Silva), mas a ideia era fechar o grupo já na apresentação, o que não foi possível. Nada que incomode a diretoria, que vai esperar mais para trazer o grande sonho: Conca.
“Queremos dois times fortes e falta pouca coisa para fecharmos isso”, disse o vice de futebol, Sandro Lima.
A situação de Flamengo e Vasco é mais delicada. Com políticas de austeridade visando à diminuição das dívidas, as diretorias trabalham com pouco dinheiro e têm sofrido no mercado. O Rubro-Negro está em situação pior pelo fato de ter iniciado o planejamento mais tarde, devido à troca de diretoria, e sofre as consequências: se apresenta nesta quinta sem nenhum reforço. Mesmo assim há esperança da torcida pela forma como os novos dirigentes têm tratado as negociações, com pés no chão e sem aceitar altas pedidas. Prova disso foi a desistência de Robinho, grande desejo, mas que ficou para trás em função dos altos valores.
“Estamos no mercado, mas só a partir de hoje (quarta-feira) é que vamos assinar e oficializar propostas”, explicou o diretor de futebol do Flamengo, Paulo Pelaipe.
Já a situação vascaína se deve à crise financeira, que obriga o clube a trazer reforços na base do troca-troca e por valores mais em conta. Apesar de ter anunciado dois nomes - Michel Alves e Thiaguinho -, o Vasco tem outros jogadores bem encaminhados, faltando detalhes para o anúncio. Mesmo assim, o clube ainda precisa de mais nomes, pois foi quem mais perdeu jogadores, com mais de um time indo embora, entre eles o grande ídolo, Juninho.
“Queremos dois times fortes e falta pouca coisa para fecharmos isso”, disse o vice de futebol, Sandro Lima.
A situação de Flamengo e Vasco é mais delicada. Com políticas de austeridade visando à diminuição das dívidas, as diretorias trabalham com pouco dinheiro e têm sofrido no mercado. O Rubro-Negro está em situação pior pelo fato de ter iniciado o planejamento mais tarde, devido à troca de diretoria, e sofre as consequências: se apresenta nesta quinta sem nenhum reforço. Mesmo assim há esperança da torcida pela forma como os novos dirigentes têm tratado as negociações, com pés no chão e sem aceitar altas pedidas. Prova disso foi a desistência de Robinho, grande desejo, mas que ficou para trás em função dos altos valores.
“Estamos no mercado, mas só a partir de hoje (quarta-feira) é que vamos assinar e oficializar propostas”, explicou o diretor de futebol do Flamengo, Paulo Pelaipe.
Já a situação vascaína se deve à crise financeira, que obriga o clube a trazer reforços na base do troca-troca e por valores mais em conta. Apesar de ter anunciado dois nomes - Michel Alves e Thiaguinho -, o Vasco tem outros jogadores bem encaminhados, faltando detalhes para o anúncio. Mesmo assim, o clube ainda precisa de mais nomes, pois foi quem mais perdeu jogadores, com mais de um time indo embora, entre eles o grande ídolo, Juninho.
Michel Alves assinou por duas temporadas com o Vasco | Foto: Divulgação
“Grande time passa, às vezes, por grande organização, comando, equilíbrio. Estamos sonhando é com um grande time, que seja tão representativo, tão grande como é o Vasco. Tem que ter muita calma nesse momento”, explicou o diretor do Vasco, René Simões.
Pelo lado alvinegro, pouco de novo também. Como manteve a base de 2012, o Botafogo se preocupou em se reforçar pontualmente. Ao priorizar nomes conhecidos, como Grafite e Dagoberto, a diretoria esbarrou nos altos valores das negociações. Sem dinheiro para fazer loucuras, restou investir em nomes menos conhecidos, mas por enquanto apenas André Bahia e Henrique são as novidades.
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