Aristóteles Drummond: A folia terminou
O governo tem é de agir na linha de frente do crescimento, garantia de emprego e da produção. Mas, para isso, não pode ser tolerante com greves e demorar a promover avanços na legislação fiscal e trabalhista.
Vale tudo neste momento para atrair investidores privados, brasileiros e estrangeiros, para gerar empregos. A imobilidade é que não pode ser. Os trabalhadores querem emprego, e este, só com investimentos públicos e privados. E ainda temos o desafio da Copa do ano que vem, que envolve grandes obras e sete capitais brasileiras, muitas atrasadas, inclusive.
Os estados vão sofrer com a perda no ICMS da energia elétrica. Fora isso, o Rio e o Espírito Santo vivem a agonia da afronta a Constituição na perda eventual de direitos adquiridos, até que a Justiça se pronuncie.
Todo cuidado daqui para frente será pouco. Atenção e juízo é o mínimo a se pedir.
Afinal, vamos repetir, o que está em jogo é a qualidade de vida do trabalhador, e não os preconceitos ideológicos e elitistas de meia dúzia de esquerdinhas equivocados. E neste vale-tudo político, em que parece que o interesse popular não conta, o Rio pode perder, na sucessão estadual, a desejável continuidade nos projetos em andamento. O que será uma pena!
Jornalista
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