Jefferson e Bruninho: ídolos com mãos gloriosas e paixão pelo Botafogo
| POR | ANA CARLA GOMES MARCIA VIEIRA |
Bruninho dá apoio ao Botafogo antes do clássico | Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
“Vou passar isso para o grupo. A gente agradece a força do Bruninho, um cara que é líder na sua função. Ele dispensa comentário, assim como o pai, Bernardinho”, ressaltou.
O camisa 1 espera retribuir o incentivo acabando com um jejum.
“O Botafogo nunca venceu o Flamengo no Engenhão. É uma motivação a mais para a gente mostrar a nossa força dentro do Engenhão e deixar os torcedores alegres”, afirmou Jefferson.
No bate-papo, Jefferson se interessou pelo calendário de jogos do RJX, líder da Superliga de vôlei, e prometeu retribuir a visita. Mas apenas na arquibancada. Apesar de ter 1,88m, o goleiro garantiu não levar o menor jeito para o esporte.
“Altura ele tem, poderia ter tentado, né?”, brincou Bruninho.
“De jeito nenhum (risos). Aquele negócio (rede) desse tamanho... Não sai nada”, respondeu, bem-humorado.
Já Bruninho gosta de jogar futebol e até marcou um gol na partida de fim de ano organizada por Leandro Damião em Balneário Camboriú. Mas o levantador afirmou que não se arriscaria na profissão de Jefferson.
“Goleiro não dá, não. Essa posição é ingrata”, justificou ele, elogiando o camisa 1 alvinegro.
“Ele passa segurança para o time e para a torcida. Sou fã mesmo.”
Levantador recorda tempos de torcedor fanático
Quando criança e adolescente, Bruninho era fanático pelo Botafogo. A ponto de perder a linha e quebrar diversos controles remotos em casa, para desespero da mãe, a ex-jogadora de vôlei Vera Mossa.
“Quebrei uns dois ou três controles. Na final da Copa do Brasil de 1999, contra o Juventude, lembro de ter quebrado um. Aquele jogo marcou muito, a gente tinha um ótimo time para ser campeão”, lembrou, com tristeza.
Visita inspira Jefferson a brilhar contra o rival Flamengo | Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
Mas sua história alvinegra também tem momentos muito felizes, como a conquista do título brasileiro de 1995.
“Na época, estava em Campinas com a minha mãe. A final foi no Pacaembu, contra o Santos. Eu era muito novo e não tinha com quem ir. Assisti pela televisão e chorei muito. Foi uma emoção muito grande”, recordou o levantador.
Com o tempo, Bruninho não perdeu a paixão pelo Alvinegro, mas passou a administrar melhor a emoção.
“Eu era doente pelo Botafogo. Quando fomos campeões brasileiros em 1995, eu fiz o símbolo na cabeça. Com o passar dos anos, vi que é preciso ter um equilíbrio”, destacou ele, confiante na equipe atual.
“O elenco é bom. O time tem tudo para conquistar a vaga na Libertadores neste ano”.
“Na época, estava em Campinas com a minha mãe. A final foi no Pacaembu, contra o Santos. Eu era muito novo e não tinha com quem ir. Assisti pela televisão e chorei muito. Foi uma emoção muito grande”, recordou o levantador.
Com o tempo, Bruninho não perdeu a paixão pelo Alvinegro, mas passou a administrar melhor a emoção.
“Eu era doente pelo Botafogo. Quando fomos campeões brasileiros em 1995, eu fiz o símbolo na cabeça. Com o passar dos anos, vi que é preciso ter um equilíbrio”, destacou ele, confiante na equipe atual.
“O elenco é bom. O time tem tudo para conquistar a vaga na Libertadores neste ano”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário