Ricardo Cravo Albin: Abba do chapéu
Musical de Carlos Alberto Serpa vale ida ao Teatro Clara Nunes
Nem vou me estender aqui em comentários mais alongados. Vale dizer, numa palavra, que fui e gostei. E de tudo, desde os jovens cantores até os figurinos muito criativos (e caprichosamente realizados) por Beth Serpa, mulher/musa do educador.
Do que me lembro, só um empresário, o Paulo Ferraz (dos estaleiros), investiu antes do Serpa em teatro, a ponto de receber o Troféu Estácio de Sá, lá pelo final dos anos 60, dado pelo Estado do Rio através do Museu da Imagem e do Som aos mais produtivos mecenas do ano.
A convergência do educador e do teatro está dando, ao que sei, outros frutos. A Cesgranrio — de que ele é presidente — está criando prêmios para as melhores peças do ano, além de escola e oficinas de teatro. Ou seja, este país, que parece insensato e devedor por parte do Estado, pode melhorar — e muito — com individualidades empreendedoras. E apaixonadas.
Ricardo Cravo Albin - Presidente do Instituto Cultural Cravo Albin
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