Paes: ‘Sou o cara mais feliz do mundo’
Horas depois de se acabar na festa da vitória, em Madureira, Paes chegou à prefeitura cheio de gás. Não eram nem 7h quando o prefeito começou o dia em seu gabinete
POR Caio Barbosa
Rio -
A disposição física é, de fato, marca registrada de Eduardo Paes.
Poucas horas após deixar o Parque Madureira, no domingo à noite, onde
comemorou a vitória nas urnas com umas “cervejinhas a mais”, segundo o
próprio,o prefeito reeleito do Rio já estava em seu gabinete,
trabalhando. Para orgulho dos eleitores e desespero dos assessores que
sonhavam com uma manhã de folga.
Ressaca da vitória? Que nada. A festança não impediu Paes de quase
madrugar na prefeitura. O relógio do ascensorista marcava 6h45m quando a
porta do elevador se abriu e lá estava o prefeito, cheio de gás, para
iniciar, de fato, seu segundo mandato.
O desjejum foi às pressas, no gabinete, sem requinte. Café com torradas, iogurte e um misterioso coquetel vitamínico para evitar a rebordose da noite anterior. “Seguro a onda numa boa. Tomo uns negócios aí sensacionais”, brincou.
Às 10h, ele recebeu um grupo de sonolentos jornalistas cantarolando o refrão de um dos sambas concorrentes na Portela para o Carnaval de 2013. O enredo? Madureira, é claro. “Abre a roda, chegou Madureira. A poeira já vai levantar...”, arriscou.
Antes da entrevista, quis saber quem teria passado ao DIA a informação de que ele havia driblado a imprensa para tomar seu chope sem ser incomodado num bar do Cachambi, sábado, como O DIA mostrou com exclusividade. E ainda quis tirar onda:
“A Rosa Fernandes (vereadora) foi mais malandra que vocês e trocou o chope pela Coca-Cola antes dafoto.”
O prefeito respondeu rapidamente as perguntas. Queria queria terminar o papo dando mais uma alfinetada em Cesar Maia. “Viu só a votação que ele teve? Adorei. Foi a melhor coisa (risos). Para quem achava que seria o mais votado...”
Madureira… Onde O Meu Coração Se Deixou Levar
Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, André do Posto 7 e Toninho Nascimento
E lá vou eu cantando com a minha viola
O amor tem seus mistérios
Por onde me deixo levar
Laiá
Nossa história começa por lá
No engenho da fazenda
Dos cantos de “canaviá”
Bate o sino da capela
Ôi… que é dia de santo, sinhá
Tem mironga de jongueiro
O tambor me chamou pra dançar
Tempo rodou na roda do trem e veio
A inspiração do partideiro
Que versou no mercadão
Foi nesse chão
Que a estrela brilhou no tablado
O “Madura” pisou no gramado
O malandro charmoso dançou
No pagode com outro gingado
Quando o bloco chegou
Agitou o suingue do black
E a nega baiana girou
Cai na folia, sem grilo, meu bem vem na fé
Na ilusão da fantasia
Vai como pode quem quer
Surgiu a serrinha imperial
Em outros caminhos para o mesmo ritual
Portela, meu orgulho suburbano
Traz os poetas soberanos nesse trem para cantar
Que Madureira é muito mais do que um lugar
É a capital de um sonho que me faz sambar
Abre a roda, chegou Madureira
A poeira já vai levantar
O batuque ginga ioiô
Ginga iaiá
Prefeito reeleito: De bem com a vida | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
O desjejum foi às pressas, no gabinete, sem requinte. Café com torradas, iogurte e um misterioso coquetel vitamínico para evitar a rebordose da noite anterior. “Seguro a onda numa boa. Tomo uns negócios aí sensacionais”, brincou.
Às 10h, ele recebeu um grupo de sonolentos jornalistas cantarolando o refrão de um dos sambas concorrentes na Portela para o Carnaval de 2013. O enredo? Madureira, é claro. “Abre a roda, chegou Madureira. A poeira já vai levantar...”, arriscou.
Antes da entrevista, quis saber quem teria passado ao DIA a informação de que ele havia driblado a imprensa para tomar seu chope sem ser incomodado num bar do Cachambi, sábado, como O DIA mostrou com exclusividade. E ainda quis tirar onda:
“A Rosa Fernandes (vereadora) foi mais malandra que vocês e trocou o chope pela Coca-Cola antes dafoto.”
O prefeito respondeu rapidamente as perguntas. Queria queria terminar o papo dando mais uma alfinetada em Cesar Maia. “Viu só a votação que ele teve? Adorei. Foi a melhor coisa (risos). Para quem achava que seria o mais votado...”
Para acordar inteiro depois das ‘cervejinhas a mais’, o prefeito diz que tomou um coquetel de vitaminas | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, André do Posto 7 e Toninho Nascimento
E lá vou eu cantando com a minha viola
O amor tem seus mistérios
Por onde me deixo levar
Laiá
Nossa história começa por lá
No engenho da fazenda
Dos cantos de “canaviá”
Bate o sino da capela
Ôi… que é dia de santo, sinhá
Tem mironga de jongueiro
O tambor me chamou pra dançar
Tempo rodou na roda do trem e veio
A inspiração do partideiro
Que versou no mercadão
Foi nesse chão
Que a estrela brilhou no tablado
O “Madura” pisou no gramado
O malandro charmoso dançou
No pagode com outro gingado
Quando o bloco chegou
Agitou o suingue do black
E a nega baiana girou
Cai na folia, sem grilo, meu bem vem na fé
Na ilusão da fantasia
Vai como pode quem quer
Surgiu a serrinha imperial
Em outros caminhos para o mesmo ritual
Portela, meu orgulho suburbano
Traz os poetas soberanos nesse trem para cantar
Que Madureira é muito mais do que um lugar
É a capital de um sonho que me faz sambar
Abre a roda, chegou Madureira
A poeira já vai levantar
O batuque ginga ioiô
Ginga iaiá
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