Inflação é pressionada por cigarros e alimentos
Dos oito grupos pesquisados, cinco apresentaram acréscimos, com destaque para despesas diversas (de 3,24% para 3,82%). O motivo foi o reajuste dos cigarros (de 7,22% para 8,35%). A segunda maior taxa foi registrada no grupo educação, leitura e recreação (de 2,09% para 2,8%), puxado pelos cursos formais (de 4,07% para 5,87%).
O IPC-S também teve forte influência dos alimentos que ficaram, em média, 2,08% mais caros. Na medição anterior, a taxa tinha subido de 1,57% para 1,78%. Desde o começo do ano, os alimentos que mais apresentam reajustes são as hortaliças e os legumes (de 11,2% para 16,81%).
Em dois grupos foram constatados aumentos com índices inferiores aos da última pesquisa: transportes (de 0,3% para 0,2%) com reflexo da queda da tarifa de táxi (de 0,41% para -3,36%) e em saúde e cuidados pessoais (de 0,56% para 0,47%), os artigos de higiene e cuidado pessoal caíram, em média, 0,17% ante uma alta de 0,5%.
Os cinco itens de maior impacto inflacionário foram: cigarros (de 7,22% para 8,35%); tomate (de 16,31% para 27,28%); refeições em bares e restaurantes (de 0,8% para 0,92%); curso de ensino fundamental (de 5,21% para 7,76%) e curso de ensino superior (de 2,99% para 4,42%).
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