quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

PARABÉNS, MUNIZ é da Zona Oeste,

Um cara que todo mundo gosta

Luiz Antônio Muniz é o árbitro assistente sensação do Rio de Janeiro

Seunda-Feira, 08/10/2012
Atualizado às 17h:40m


 Pedro Paulo de Jesus
 pedropaulodejesus@globo.com
 



texto descritivoNegro, pobre, morador do subúrbio do Rio de Janeiro e um batalhador na busca incansável por uma melhor qualidade de vida. Luiz Antônio Muniz de Oliveira pode até não fazer parte do seleto grupo de ‘riquinhos’ que habita a arbitragem brasileira, porém quem o conhece, sabe que não há status social no mundo, que o fará mudar sua personalidade e integridade não só como árbitro, mas também, como homem e pai de família.

A sua carreira começou na várzea no início da década de 2000, em Realengo, charmoso bairro carioca que se imortalizou em uma canção do cantor e compositor Jorge Bem Jor. Naquela época, Muniz atuava nos campeonatos amadores de sua região e com o passar do tempo por ter tomado gosto pela coisa, o esposo da Fábia em 2004, acabou se inscrevendo no curso de árbitros da Federação de Futebol do Rio, que era realizado por uma faculdade local.

Em 2005 Muniz entrou no quadro de árbitros da FERJ como auxiliar, função que ocupa até hoje. Conhecido por ser um cara extremante educado, gente boa e super talentoso, o profissional foi do mirim até a 1ª divisão do Rio, passando por todas as categorias, sem pisar nas pessoas ou queimar etapas, panorama bem diferente do que encontramos em diversas Federações do país com outros personagens.

Hoje bem mais maduro e confiante em seu trabalho, Luiz Muniz se tornou um dos auxiliares mais respeitados do Rio de Janeiro e com isso ganhou diversas oportunidades de ascensão na carreira. Na Cbf há poucos anos, o bandeirinha de Realengo veio pra ficar e se lhe derem oportunidades, seguramente ele não as desperdiçará e com isso terá a chance de crescer ainda mais na arbitragem brasileira.


Acesse, divulgue e participe: www.vozdoapito.com.br – o maior site especializado em arbitragem de futebol da América Latina.

Nenhum comentário: