São Paulo -  Você só vai vê-lo nas ruas em breve e talvez nem note. As concessionárias estão começando agora a faturar as versões Powershift e 4WD do novo EcoSport. Mas, se em um sinal fechado, observar a tampa traseira, ali estarão as identificações das duas novíssimas opções.
Foto: Divulgação
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Ambos usam o motor 2.0 da versão antiga do Fusion, que gera 141 cv na gasolina e até 147 cv quando roda com etanol. O Powershift traz a grande novidade: uma caixa de câmbio automatizada, de seis marchas e dupla embreagem, que chega como item inédito em carros nacionais. A caixa é como as outras automatizadas que você conhece.
A diferença está nas duas embreagens que pré-selecionam a marcha seguinte e fazem a troca muito rápida, em exatos 0,235 segundos, sem perder torque e com mais economia. A intenção é equipar o carrinho com uma caixa mais inteligente, que propicie economia, um ponto fraco desde sempre no modelo. As mudanças são no modo Drive, com ênfase no consumo, ou no modo Sport, com busca do melhor desempenho. Ao contrário de outros com o mesmo tipo de transmissão, não tem borboletas atrás do volante e as trocas sequenciais são feitas por um discreto botão no pomo do câmbio, como no GM Sonic.
Completo, o novo EcoSport Powershift vem com airbags frontais e ABS, tela 'touch' multifunções, controle de estabilidade. O espaço interno é contido e o porta-malas limitado, o que facilita a compra racional de seu concorrente direto, o Renault Duster, que usa caixa automática real de quatro marchas.
Para os aventureiros de fim de semana, a outra novidade é a versão 4WD (de Four Wheel Drive), com tração integral sob demanda. A tração de serviço é a dianteira, mas, quando estas rodas patinam, entra a traseira automaticamente e livra o carro de várias situações, sistema parecido com o do Duster 4WD.
O jornalista viajou a convite da Ford