Rafael Cortez sobre o 'CQC': 'Solidificou a minha cara de pau. Sempre fui carudo'
Apresentador assume novo desafio na Record | Foto: João Laet / Agência O Dia
Grupo procura novo talento | Foto: Divulgação
Apesar de alguns incidentes — levou uma cusparada de Paulinho Vilhena e ganhou a antipatia de Maria Bethânia, por ter feito uma piada sem graça com a cantora —, Cortez garante que a fase como repórter só lapidou suas qualidades: “O ‘CQC’ solidificou a minha cara de pau. Sempre fui carudo, mas é uma maluquice o jeito que fiquei! Me tornei muito confiante no próprio taco, tinha uma autoestima desgraçada. Isso tudo eu aplico no ‘Got Talent’”.
Além de evitar piadas com os candidatos, Cortez segue à risca a ideia de não influenciar os três jurados do ‘Got Talent Brasil’: o cantor Sidney Magal, a apresentadora Daniella Cicarelli e o carnavalesco Milton Cunha, colunista de O DIA. Cabe ao trio selecionar os artistas que passarão da primeira fase, a das audições, para a etapa final, a dos shows ao vivo, na qual o público poderá votar no seu favorito. O vencedor vai ganhar o prêmio de R$ 200 mil.
“Não queria acabar com a fantasia de ninguém. Mas depois, fazendo o programa, vi que mais importante do que não querer magoar a pessoa é ser sincero, falar a verdade com educação”, conta Magal, que já foi muito julgado no início da carreira e agora está do outro lado. “Nunca me abalei com críticas, fiz escola na noite, cantei anos em churrascarias. Tinha consciência do meu talento, mas é claro que a gente nunca agrada a todo mundo”.
Se o intérprete de ‘Sandra Rosa Madalena’ recorre à sua sensibilidade artística para avaliar os candidatos, Milton Cunha já é mais técnico. “Sou muito exigente, mas não sou chato. Se cai o sapato de um dançarino, eu implico, porque isso não pode acontecer. Aí, a plateia me vaia”, justifica o carnavalesco, que sempre sonhou ser jurado de programa de calouros. “Quando me colocaram no palco e tocaram a musiquinha de abertura, me senti em casa. Acho que nasci para isso”, confessa.
Daniella Cicarelli é a mais emotiva da bancada. A mãe de Ana Beatriz, de 4 meses, tem dificuldade para dizer ‘não’ aos candidatos. “Sempre falei que adoraria participar de um show de talentos, porque acho a riqueza do povo a melhor. Gosto dessa miscelânea, do talento maravilhoso, da voz divina e do cara de pau que pensa que tem talento. É muito divertido”.
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