Secretaria de Educação de São Gonçalo na mira do Ministério Público
Cadeiras em meio a plantação | Foto: Divulgação
“Identifiquei inúmeras infrações na pasta de Educação. Além do despejo de todo este material, identifiquei também convênios irregulares, inaugurações de obras que, de fato, não foram concluídas. O município foi vitimado, e os cofres públicos, lesados”, disse a promotora, que completou:
“Me parece má fé, pois ninguém despeja este material desta forma. As investigações podem, quando concluídas, caracterizar o ato como improbidade administrativa para que o dano seja reparado, além de resultar em consequências como inelegibilidade, além do pedido de reparação e indenização aos cofres públicos”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário