sábado, 8 de junho de 2013

Wanessa: 'Pelo Marcus, eu já teria feito a capa da Playboy faz tempo'

Wanessa: 'Pelo Marcus, eu já teria feito a capa da Playboy faz tempo'

De lingerie, cantora posa para a revista e diz que a ideia de ficar nua na publicação não a atrai

IG
Rio- De lingerie, Wanessa fez um ensaio comportado para a revista Playboy. As fotos estarão na edição da publicação que chega às bancas no dia 11 de junho.
De lingerie, Wanessa fez um ensaio comportado para a revista Playboy
Foto:  Divulgado

Ao que tudo indica, essa será a única maneira de Wanessa aparecer nas páginas da revista masculina, já que não pretende tirar a roupa para nenhuma publicação. Mesmo sendo um dos desejos de Marcus Buaiz, marido da cantora. "Pelo Marcus, eu já teria feito a capa da Playboy faz tempo, mas a ideia de ficar nua em uma revista nunca me atraiu”, afirmou a cantora.


    Netinho está melhorando progressivamente

    Netinho está melhorando progressivamente

    Boletim médico divulgado nesta sexta-feira aponta que ele ainda segue internado na UTI

    O DIA
    Rio - O cantor Netinho continua internado na UTI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, porém apresenta melhora progressiva. A informação está no boletim médico divulgado nesta sexta-feira.
    "O Sr. Ernesto de Souza Andrade Junior (Netinho) segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, onde deu entrada no último dia 10 de maio. O paciente vem apresentando melhora progressiva do quadro neurológico e clínico; encontra-se estável, consciente e respira sem ajuda de aparelhos."
    Artista baiano segue internado Unidade Semi-Intensiva
    Foto:  Reprodução Internet



      Mayra Cardi tece comentários maldosos sobre Preta Gil no Instagram

      Mayra Cardi tece comentários maldosos sobre Preta Gil no Instagram

      Após ver foto de cantora com MC Anitta, ela dispara: 'Agora a Preta resolve paparicar a @euanitta'

      O DIA
      Rio - A ex-BBB Mayra Cardi teceu comentários maldosos contra Preta Gil em seu Instagram na madrugada desta sexta-feira, mas depois parece ter se arrependido. A ex-confinada falou sobre uma foto em que a cantora aparece ao lado de MC Anitta, no perfil de Hugo Gloss (blogueiro) e foi taxativa: "Agora a Preta resolve paparicar a @euanitta que sempre foi foda! Depois que está estourada é fácil! Odeio gente falsa! Agora a Preta precisa dela, né? Lá atrás, quando a menina estava batalhando para chegar onde chegou, ela cagou", disparou a loira em seu perfil.
      Mayra Cardi tece comentários maldosos sobre Preta Gil no Instagram
      Foto:  Reprodução Internet

      Pouco depois uma seguidora de Mayra a questionou sobre sua publicação e ela respondeu: "Infelizmente esse mundinho em que vivo é muito podre e quem está de fora não sabe da metade. Agora cansei de ficar fingindo que não vejo algumas coisas!".
      Em outra publicação a loira teceu elogios a MC: "Anitta é uma querida e incrível há muito tempo! Mas a maioria das pessoas são interesseiras, só dão valor ou moral quando se está no auge! Mas agora graças a Deus a Anitta não precisa de ninguém, cresceu sozinha com a empresária", afirmou.
      Horas depois parece ter batido um arrependimento de Mayra em relação às suas postagens, já que as publicações foram apagadas.


        Famosos na balança: Xanddy emagrece 10 quilos em um mês

        Famosos na balança: Xanddy emagrece 10 quilos em um mês

        Cantor mostrou o resultado de sua nova rotina de exercícios e dieta para emagrecer

        IG
        Rio - Há um mês, Xanddy iniciou uma dieta aliada a exercícios para perder 13 quilos extras. O cantor, que no carnaval apareceu bem mais gordinho que em anos anteriores, decidiu lutar contra a balança e já perdeu dez quilos com a nova rotina.
        Xanddy emagrece 10 quilos em um mês e posta resultado no Instagram
        Foto:  AgNews/Reprodução Internet

        Em seu Instagram, ele postou uma imagem em que aparece pegando alguns pesos. “Não adianta cara feia e suja. Se espelhe na mulher da parede e siga em frente”, escreveu ele, fazendo referência ao pôster de uma mulher na parede da academia.


          Bruna Marquezine posta fotos de quando era criança na Instagram

          Bruna Marquezine posta fotos de quando era criança na Instagram

          Em momento saudosista atriz compartilhou com seguidores imagens dela e da irmã

          O DIA
          Rio - Como diz o ditado recordar é viver... Bruna Marquezine relembrou a época em que ainda era criança compartilhando fotos do início de sua carreira, nesta sexta-feira, no Instagram. No primeiro clique publicado a atriz escreveu: "Sensualizando na rede social... Hahahahaha #debiquini #minibruna".
          Em momento saudosista atriz compartilhou com seguidores imagens dela e da irmã
          Foto:  Reprodução Internet

          Em momento saudosista Bruna Marquezine compartilhou com seguidores imagens dela e da irmã
          Foto:  Reprodução Internet

          Em outra imagem aparece ela e a irmã: "Meeeeeeuuuuuuu Deuuus! Olha minha irmã hahahha parece uma bola! Kkkkkkk #momentonostalgia #meuursopolar #Lulu", escreveu Bruna.


            Informe do Dia: Engenhão: Aço fino

            Informe do Dia: Engenhão: Aço fino

            Análise conclui que houve erro de projeto. Metal utilizado não tem espessura suficiente

            FERNANDO MOLICA
            Rio - A análise feita no exterior sobre os problemas do Engenhão concluiu que houve um erro de projeto: o aço usado nos arcos que sustentam a cobertura do estádio tem espessura insuficiente, cerca da metade da necessária. Para corrigir o problema, os arcos receberão um reforço e serão envolvidos por uma outra estrutura de aço.
            A discussão sobre quem vai pagar a obra promete ser bem animada. As estruturas foram construídas pelo consórcio liderado pela Delta que, em dezembro de 2006, admitiu que não conseguiria terminar o serviço.
            Origem do erro
            Chamadas pela prefeitura, a Odebrecht e a OAS toparam concluir a obra para os Jogos Panamericanos, em julho de 2007. Mas incluíram cláusula em que não se responsabilizariam por eventuais problemas: alegaram que o serviço fora iniciado por outro grupo.
            Compensação
            Prejudicado com a interdição, o Botafogo deverá fazer seus jogos no Maracanã. Está quase acertada uma espécie de compensação — pelo uso do estádio, o clube pagaria apenas o mesmo que gastava para abrir o Engenhão.


              Arrastão em ícone de Santa Teresa e a 70 metros da PM

              Arrastão em ícone de Santa Teresa e a 70 metros da PM

              Bandidos roubam clientes e caixa do Bar do Mineiro, um dos mais tradicionais do Rio

              RODRIGO CABRAL
              Rio - Prática disseminada na capital paulista, a onda de arrastões a restaurantes parece estar chegando ao Rio: na noite de quinta-feira, às 21h50, dois homens — um deles armado — assaltaram o Bar do Mineiro, ponto tradicional de Santa Teresa, um dos bairros do Rio mais visitados por estrangeiros.
              Frequentadores tiveram carteiras e celulares roubados. Cerca de 15 pessoas — muitos turistas — estavam no bar, que teve R$ 500 levados do caixa. A ação durou menos de dois minutos. O local, na Rua Paschoal Carlos Magno, fica a 70 metros de um posto da Polícia Militar.
              Reduto da boemia, o Bar do Mineiro fica na área mais frequentada de Santa Teresa
              Foto:  Carlos Moraes
              O primeiro carro da PM, no entanto, só chegou após dez minutos. Os criminosos, filmados pelas câmeras de segurança, fugiram em um Corolla prata.
              Antes disso, mandaram as vítimas para os fundos do restaurante, para que ninguém conseguisse anotar a placa do veículo. Segundo relatos, os dois homens demonstravam bastante nervosismo. Têm cerca de 30 anos e pele escura.
              O que estava com a arma era mais alto, algo em torno de 1,80m, e gritava palavras de ordem. Enquanto isso, o comparsa recolhia objetos e os colocava em uma bolsa térmica. “É a primeira vez que isso acontece em sete anos que trabalho aqui. Depois de tudo, só senti alívio por não ter acontecido nenhuma agressão”, desabafou o garçom Vicente Alves.
              A noite deveria ser especial para um casal de publicitários, que levou uma amiga francesa para conhecer o bairro. Eles perderam dois iphones, uma carteira com R$ 80, cartões e identidades.
              Vídeo:  Ladrões fazem arrastão em bar de Santa Teresa
              “Foi muito rápido. O homem armado gritava, falando para não olharmos para ele. Mandou entregarmos a aliança, mas conseguimos escondê-la”, diz o rapaz, que pediu para não ser identificado. “O bar estava cheio de estrangeiros. Santa Teresa é maravilhosa. Mas é esta imagem da falta de segurança que a cidade passa a ter lá fora”, disse um universitário, que teve a carteira roubada.
              Terceiro caso em apenas uma semana
              Os arrastões estão se tornando frequentes no Rio. O Bar do Mineiro, em Santa Teresa, foi o terceiro caso registrado em apenas uma semana. No dia 31, o Famiglia Pelluzzo's, em Botafogo, e, na terça-feira, o Frontera, no Jardim Botânico, foram alvo da ação de criminosos.
              Atraídos pela ideia de uma ação rápida e fácil em locais pouco patrulhados, bandidos rendem funcionários e iniciam o assalto, recolhendo dinheiro do caixa e objetos das vítimas. A descontração dos clientes e a falta de segurança do local são os elementos que os “ajudam” na prática.
              Diógenes, o dono do Mineiro, um dos botecos mais famosos da cidade, ainda está perplexo com o assalto
              Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia
              Ex-capitão do Bope e especialista em segurança pública, Paulo Storani explica que criminosos escolhem o lugar em que vão agir, pois sabem onde há mais oportunidades: “As pessoas são despertadas para esse tipo de modalidade, copiando um modelo. Os bandidos também agem com informações, sabem como funciona o monitoramento de um local, se há segurança interna. No restaurante, as pessoas estão descontraídas. O turista está focado na beleza e atrativos da cidade”, disse Storani.
              Segundo ele, o Rio de Janeiro sofre com a escassez de patrulhamento nas ruas. “Antes das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), já existia déficit de policiais para garantir a segurança da população. Depois da implantação, o efetivo foi para os morros, deixando ainda mais carentes outras áreas”, observa Storani.
              Para ele, é preciso investir no monitoramento de áreas, através de câmeras, como ocorreu na Praia de Copacabana. “É um complemento ao serviço do policial na rua”, diz.
              Em São Paulo, panelaço vai cobrar mais segurança
              Cansados de tanta violência e sem perspectivas de melhora, ‘chefs’ decidiram arregaçar as mangas e organizar um panelaço nas ruas de São Paulo como forma de protesto. Paulistanos enfrentam uma média de três arrastões por mês nos restaurantes da cidade.
              No ano passado, 34 estalecimentos foram alvo dos bandidos. Só este ano, essa modalidade de crime atingiu 22 restaurantes. O último assalto ocorreu quinta-feira à noite no Quiosque Chopp Brahma, na Vila Olímpia.
              Garçons, funcionários e clientes vão bater panela e e seguir em passeata pelas ruas do Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, às 10h.
              O movimento ganhou apoio de ‘chefs’ renomados nas redes sociais como Alex Atala, do restaurante D.O.M., e Carla Pernambuco, do Las Chicas. O protesto está sendo organizado pela chef Danielle Dahoui, do restaurante Ruella, localizada no Itaim Bibi.
              A casa foi assaltada há nove dias. O Sindicato dos Bares e Restaurantes de São Paulo vai cobrar mais segurança e iluminação pública para tentar reduzir a onda de crimes. “Vamos nos vestir de branco e pedir paz”, convoca Danielle.
              “Orgulho pela cidade se transforma em vergonha” - Rodrigo Cabral, jornalista do DIA
              “Nada como sair do trabalho, subir a ladeira de Santa Teresa, e, de quebra, saborear delícias gastronômicas da região. Vou ao tradicional Bar do Mineiro, que serve uma feijoada dos deuses. Mas bastou um instante para a fantasia desmoronar. Dois homens anunciam o arrastão. Um deles carrega a arma. Outro recolhe carteiras, telefones e dinheiro do caixa. As vozes animadas silenciam-se. Mandam todos para os fundos do bar, e vão embora. Alívio por nada pior ter acontecido e revolta pela impotência diante do absurdo.Difícil encarar os turistas. Para minha surpresa, nenhum demonstra medo. O que é pior. Em dois minutos, meu orgulho se transforma em vergonha. Essa é minha cidade? Se até estrangeiros encaram, com normalidade, uma situação como essa, algo anda errado... A perda dos pertences não é o que realmente importa. Importa, e muito, algo que nos roubam todos os dias: paz. Receio que subir Santa Teresa nunca volte a ser um passeio tão saboroso para mim".

              Colaborou Maria Luisa Barros 


                Gangue da bicicleta ataca pedestres em ruas da Lapa

                Gangue da bicicleta ataca pedestres em ruas da Lapa

                Comerciante instala câmeras para evitar assaltos em seu salão e flagra roubo a funcionário. Vídeo mostra ação de bando

                ATHOS MOURA
                Rio - Uma gangue de jovens está tirando o sossego dos moradores da Lapa, no Centro do Rio. De bicicleta, garotos que aparentam não terem mais que 13 anos atacam suas vítimas principalmente na Rua do Riachuelo e na Avenida Mem de Sá.
                Após mirarem uma pessoa com cordão, carteira ou celular à vista, dão o bote e fogem rapidamente, deixando a vítima sem ação.
                Segundo os atacados, as ações ocorrem geralmente pela manhã ou no final da tarde, quando o movimento é maior nas vias.
                Vídeo:  Gangue da bicicleta ataca pedestres em ruas da Lapa
                Depois de ser assaltado três vezes, Genilson de Carvalho, de 53 anos, dono de um salão de beleza na Rua do Riachuelo há 12 anos, instalou câmeras de segurança para tentar inibir as gangues.
                Acabou flagrando ataques. Ao analisar as imagens, constatou que, há pelo menos três meses, os horários da manhã e fim de tarde são os preferidos dos criminosos.
                Objetos pequenos
                O empresário contou que os jovens circulam pelas ruas da região de duas a três vezes por semana. A rota adotada por eles é sempre a mesma. Andam de bicicleta pela Riachuelo e a Mem de Sá, entre a Avenida Henrique Valadares e os Arcos da Lapa, para escolher quem será assaltado.
                Revoltado com assaltos a seu salão, Genilson instalou as câmeras
                Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
                Os objetos roubados são sempre pequenos e fáceis de serem carregados, mas bolsas também são alvos constantes.
                “Estamos num mato sem cachorro. São sempre os mesmos cinco rapazes. As câmeras do meu estabelecimento filmaram dois assaltos aqui na porta, inclusive uma das vítimas foi um funcionário meu”, contou Carvalho.
                O funcionário é um cabeleireiro de 62 anos, chamado Alexandre Barreto. Segundo ele, no dia 1º, por volta das 11h, ele estava na porta do salão conversando com uma amiga, quando um jovem passou de bicicleta, subiu na calçada e roubou o seu cordão.
                Cabeleireiro diz que ação foi rápida
                “Fiquei impressionado com a ousadia e a rapidez dele. Não percebi nada, foi em fração de segundos. Pela forma que tudo aconteceu, ele já havia passado antes e visto o meu cordão. Quando passou de novo, só teve o trabalho de puxá-lo do meu peito”, lembrou o cabeleireiro Alexandre Alves Barreto.
                Alexandre conversava com amiga em frente ao salão ao ser atacado
                Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
                No dia 16 de abril, uma outra pessoa foi flagrada sendo assaltada por um dos membros da gangue. Uma mulher caminhava falando ao celular quando um ciclista passou pela rua e puxou o aparelho.
                Alvos também no Centro
                Em abril, uma série de reportagens do DIA revelou com fotos que gangues de jovens agem livremente de forma semelhante na Avenida Presidente Vargas, próximo à Avenida Passos, no Centro do Rio.
                Eles não usam bicicletas, mas atacam pessoas distraídas com cordões e celulares e correm se arriscando entre os veículos, nos mesmos horários.
                Empresário analisou imagens e diz que gangue ataca de manhã e à tarde
                Foto:  Severino Silva / Agência O Dia
                O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou maior policiamento. Poucas semanas depois, os roubos continuavam.
                A delegada da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, Bárbara Lomba, diz que para desmantelar as gangues é preciso prender os receptadores dos objetos roubados.


                  Adolescente planejou depoimento em caderno

                  Adolescente planejou depoimento em caderno

                  Após o crime, assassina confessa da mãe escreveu em detalhes o que ela e o namorado diriam à polícia. Vizinhos e parentes traçam perfil do casal e da vítima

                  ALESSANDRO LO-BIANCO E MARIA INEZ MAGALHÃES
                  Rio - Além de matar cruelmente e queimar o corpo da mãe, a estudante X., de 17 anos, ainda planejou e escreveu num caderno, com flores e borboletas, o depoimento que ela e o namorado Daniel Duarte Peixoto, de 20, prestariam à polícia.
                  Nas anotações, havia horários, locais e atividades previamente inventados pelo casal. Vídeo da empresa onde a mãe trabalhava, mostra amenina dois dias depois do crime chorando pelo desaparecimento da mãe. Funcionárias a consolam.
                  Amigos contam que Adriana era muito amiga e só pensava na filha
                  Foto:  Reprodução
                  Nesta sexta-feira, a jovem foi ouvida pelo Ministério Público e ratificou o depoimento dado na delegacia e a versão de que matou a telefonista Adriana Rocha de Moura Machado, de 43 anos, para ter mais liberdade com o namorado.
                  Ela falou durante 15 minutos e novamente não mostrou emoção ao narrar os detalhes do homicídio, segundo o delegado. Em até 20 dias, a situação de X. deverá ser julgada.
                  Estudante planejou como encobriria a execução da mãe em um caderno com flores e borboletas
                  Foto:  Reprodução
                  Em Higienópolis, vizinhos de Daniel estavam perplexos, já que a família é praticante na religião Testemunhas de Jeová. Entretanto, para a cabeleireira Shirley Miranda, 34 anos, que mora a poucos metros deles, Daniel fazia comentários estranhos.
                  “Ele disse que queria fazer Medicina porque o tio havia trabalhado no IML. Eu disse que não conseguiria estudar anatomia, e ele disse que achava normal lidar com mortos, pois, desde pequeno, acompanhava o tio a removê-los”, diz.
                  Na Rua Carneiro da Rocha, funcionários de um salão relatam que a menor exercia domínio sobre o jovem.
                  “O assassinato aconteceu dia 25. Dia 31, eles estiveram aqui. Ela trouxe o Daniel para se depilar. Ele não queria, mas ela disse que se ela sentia a dor, ele deveria sentir também, e que era para deixar de ser frouxo”, relatou a funcionária.
                  Josilene Silva, 31, conta que o amigo Daniel é trabalhador, mas passou a agir diferente após conhecer L.
                  “Ela era ciumenta e o afastou dos amigos”. Há poucos dias, havia sido repreendido pelo amigo Ricardo de Souza Oliveira, 30, ao revelar tatuagem no corpo com o nome de L. “Ele se arrependeu. Não tinha maldade”.
                  Muito amigas antes do namoro
                  Telefonista em cooperativa de táxi, Adriana também fazia doces e salgados. Segundo a família, mãe e filha eram muito amigas, mas a relação estremeceu quando L. conheceu Daniel. Religiosa, Adriana criou a filha com os costumes da Testemunha de Jeová, que proíbe sexo antes do casamento.
                  Ela reclamava com o primo Rafael Machado do comportamento de Daniel em sua casa, que “chegava sem camisa e pedindo comida”.
                  A adolescente, desde pequena, era reservada. Com pai ausente, L. sempre se manteve calada nos eventos em família.Segundo sua avó, Solange, 62, após o namoro, não parava mais em casa.


                    Cem novos pardais darão 2 milhões de multas no Rio

                    Cem novos pardais darão 2 milhões de multas no Rio

                    Equipamentos vão flagrar veículos em alta velocidade e os que estão em situação irregular por leitura eletrônica das placas

                    CHRISTINA NASCIMENTO
                    Rio - As ruas do Rio vão ganhar mais 100 pardais — dois lotes de 50 — para fiscalizar os motoristas que dirigem em alta velocidade, circulam em vias e horários proibidos e estão com placas em situação irregular.
                    O edital de licitação para a compra dos equipamentos vai sair na próxima quarta-feira. A empresa ganhadora para operar e fazer a manutenção do serviço terá pela frente um contrato de cinco anos. 
                    Neste período, segundo o edital de concorrência pública, deverá ser emitido 1.094.845 milhão de multas, — somente por excesso de velocidade — por cada grupo de 50 equipamentos. De acordo com a assessoria de imprensa da Cet-Rio, a empresa vencedora de cada lote será remunerada por cada multa efetivamente paga. 
                    Edital de licitação para a compra dos pardais sairá na próxima semana
                    Foto:  Reprodução
                    Os pardais têm capacidade monitorar as três faixas de cada rua ou avenida e ler os caracteres da placa com tempo inferior a um segundo, inclusive se o veículo estiver a 200 km/h. Algumas ruas receberão mais de um equipamento. 
                    As multas por alta velocidade variam de R$ 85,13 a R$ 191,54. Se a ultrapassagem for superior a 50% do permitido, o motorista terá cometido infração gravíssima e perderá sete pontos na carteira.
                    A previsão é de que o primeiro equipamento entre em operação no prazo máximo de 30 dias.
                    Atualmente, a cidade tem 264 equipamentos de fiscalização eletrônica, incluindo radares, lombadas eletrônicas e equipamentos de avanço de sinal.
                    De acordo com o edital, o orçamento estimado, por 50 equipamentos para todo período do contrato, é de R$ 47, 669 milhões.
                    Endereços
                    Rua Alfred Agache, perto do Museu Nacional
                    Av. Paulo de Frontim, próximo ao nº 577
                    Rua do Bispo, próximo a Rua Citiso
                    Av. Rainha Elizabeth, próximo a Rua Bulhões de Carvalho
                    Rua Jardim Botânico, perto da Rua Mª Angélica
                    Rua Repórter Nestor Moreira, próximo nº 11
                    Rua Arquias Cordeiro, próximo ao nº 890
                    Rua Marechal Rondon, perto do nº 1.057
                    Rua Borja Reis, perto das ruas Monteiro da Luz e Dr. Bulhões
                    Av. Marechal Rondon, próximo à Rua Maonel Miranda
                    Av. Brás de Pina, próximo à Rua do Cajá
                    Estrada do Rio Jequiá, próximo a Rua Monjolo
                    Av. Dom Helder Cama, próximo ao nº 2.326
                    Av. Pastor Martin Luther King, próximo ao nº 5.335
                    Av. dos Italianos, próximo ao nº 565 e 572
                    Rua Cândido Benício, próximo ao nº 2.750
                    Estrada da Barra da Tijuca, perto do nº793
                    Av. Santa Cruz, perto do nº 7.388
                    Av. Santa Cruz, perto do nº 255
                    Av. Marechal Fontenelle, perto do nº 1.755
                    Av. Santa Cruz, na altura do nº 6.170
                    Estrada General Carnrobert P. da Costa, perto do nº 885
                    Av. Santa Cruz, próximo ao nº 2.339
                    Av. Santa Cruz, perto da Rua Açuruá
                    Estrada do Campinho, perto do nº 2.732
                    Estrada dos Três Rios, próximo ao nº 497
                    Estrada de Jacarepaguá, perto do nº 3.050


                      Presidente da Funai deixa o cargo em meio à crise do governo com indígenas

                      Presidente da Funai deixa o cargo em meio à crise do governo com indígenas

                      Marta Azevedo, segundo nota oficial da entidade, deixa o cargo por razões de saúde

                      IG
                      São Paulo - Presidente da Funai, Marta Azevedo, alega problemas de saúde e deixa o cargo
                      A presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Azevedo, deixou o cargo nesta sexta-feira em meio à crise do governo com os indígenas. Em nota, a Funai diz que Marta deixa o comando do órgão por razões médicas. Ela entregou seu pedido de exoneração ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “Esta decisão foi tomada por ela em virtude da necessidade de realizar tratamento médico que é incompatível com a agenda de presidenta”, diz a nota da entidade.
                      A Funai informa que a diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável (DPDS) da Funai, Maria Augusta Assirati, assumirá o cargo interinamente.
                      Marta deixa o cargo uma semana após conflitos entre índios terena e fazendeiros que resultou na morte de um índio durante tentativa de retirada dos terena da Fazenda Buriti, em Sidrolândia, Mato Grosso do Sul. A partir de hoje, 110 homens e 16 viaturas começaram policiamento ostensivo e preventivo na região para evitar novos confrontos.
                      Em Brasília, os índios mundurukus se uniram na última quinta-feira para protestar no Palácio do Planalto contra diversos projetos do governo para a construção de usinas hidrelétricas na região amazônica.
                      Durante a manifestação, os índios, que também são contra as novas regras de demarcação de terras indígenas, quiseram entregar uma carta à presidente Dilma Rousseff, mas foram impedidos pela polícia. O grupo ameaça voltar a ocupar o Canteiro Belo Monte, principal local de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), caso as obras não sejam paralisadas.
                      Leia a íntegra da nota
                      Nota à Imprensa - Presidenta da Funai deixa o cargo por razões de saúde
                      Informamos que, por razões de saúde, a presidenta da Funai, Marta Maria do Amaral Azevedo, entregou seu pedido de exoneração ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Esta decisão foi tomada por ela em virtude da necessidade de realizar tratamento médico que é incompatível com a agenda de presidenta.
                      A Funai informa ainda que a diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável (DPDS) da Funai, Maria Augusta Assirati, assumirá o cargo interinamente. Ressaltamos que Maria Augusta ingressou na Funai a convite da presidenta e tem conduzido a DPDS com extrema competência e comprometimento com a missão deste órgão. Maria Augusta e os demais diretores darão continuidade à missão da instituição na promoção e proteção dos direitos dos povos indígenas, com o compromisso de fortalecimento da Funai, mantendo o amplo diálogo com os povos indígenas, servidores e demais setores do governo.
                      Fundação Nacional do Índio - Funai
                      Brasília, 07 de junho de 2013


                        Grupo faz novo protesto contra o aumento da passagem de ônibus em SP

                        Grupo faz novo protesto contra o aumento da passagem de ônibus em SP

                        Cerca de 500 policiais e um helicóptero acompanham a movimentação dos manifestantes

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                        São Paulo - Um grupo de manifestantes do Movimento Passe Livre (MPL) voltou a protestar no início da noite desta sexta-feira contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo, que desde o dia 2 de junho passou a custar R$ 3,20.
                        Desta vez, a passeata começou pelo Largo da Batata, por volta das 18h30, avançou pela avenida Faria Lima, passou pela avenida Eusébio Matoso, em frente ao shopping Eldorado, e neste momento está na faixa local da Marginal Pinheiros, em direção à Cidade Universitária, onde o trânsito está bloqueado para os carros.
                        O tráfego segue normal apenas na faixa expressa e no sentido contrário da via. Alguns minutos após o grupo entrar na marginal, a polícia fez disparos de bala de borracha para disperar a multidão. A estimativa da própria Polícia Militar é que 2 mil pessoas estejam participando do novo ato.
                        Cerca de 500 policiais e um helicóptero acompanham a movimentação do grupo. Após o último protesto, na quinta-feira, que terminou em confronto e destruição, os PMs estão filmando a manifestação com câmeras profissionais.
                        Reportagem: Wanderley Preite Sobrinho

                        Promotor pede recompensa para informações sobre pagodeiro foragido

                        Promotor pede recompensa para informações sobre pagodeiro foragido

                        Evandro Gomes Correia Filho é acusado pela morte da ex-mulher Andréia Cristina Bezerra Nóbrega

                        O DIA
                        São Paulo - O promotor Rodrigo Merli do caso do pagodeiro Evandro Gomes Correia Filho, acusado pela morte da ex-mulher Andréia Cristina Bezerra Nóbrega e por tentativa de homicídio contra o filho Lucas, enviou um ofício na última quinta-feira ao secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Fernando Grella Vieira, solicitando que seja fixado um título de recompensa a quem fornecer informações válidas para a localização do réu.
                        No documento, o representante do Ministério Público afirma que o pedido se justifica: “pela sensação de impunidade em feito de grande notoriedade (“Caso do Pagodeiro Evandro”), pelo tempo prolongado de fuga do acusado (quase cinco anos), pela dificuldade da Divisão de Capturas em dar cumprimento ao mandado de prisão expedido, pela ousadia do foragido em questão, bem como pela necessidade de se incentivar a população em geral a dar notícias sobre o paradeiro do criminoso, este sabidamente auxiliado por terceiros”.
                        Evandro Gomes Correia Filho foi calouro do Programa Raul Gil, da TV Bandeirantes
                        Foto:  Reprodução Internet
                        O crime, que aconteceu em novembro de 2008, chamou a atenção pela crueldade. Andréia teria morrido quando tentava fugir do ex-marido. Ela pulou do terceiro andar de um prédio, depois de ter jogado o filho, que caiu sobre uma marquise e sobreviveu. O julgamento do pagodeiro estava marcada para acontecer no mês de maio deste, mas foi adiado para setembro.
                        O advogado do réu, Ademar Gomes, diz que é a favor da Secretaria de Segurança Pública oferecer recompensa para todos os foragidos e que o governo construa, no mínimo, 50 presídios para comportar "os 150 mil foragidos da Justiça". Porém, pondera em relação ao pedido feito para o seu cliente.
                        “Por que não oferecer recompensa para essas pessoas que já foram julgadas e condenadas pela Justiça? Não tem outros foragidos por aí, pessoas de alta periculosidade? Não somente o Evandro, ai parece uma perseguição que está fazendo contra o rapaz que nem julgado foi ainda”, rebateu.
                        O caso
                        O inquérito, concluído pelo 2º DP, de Guarulhos, aponta o músico como o autor dos crimes. Inconformado com a separação do casal, ele teria ido ao apartamento de Andréia para confrontá-la. Segundo a polícia, Evandro teria cortado a mangueira do gás e o telefone do local.
                        Ainda com uma faca, que foi apreendida pelos investigadores, ele teria ameaçado a ex e o filho. Para fugir, Andréia então teria lançado a criança de seis anos pela janela e pulado em seguida. Ele teve a prisão preventiva decretada por homicídio, mas nunca foi localizado.
                        A versão é rebatida pela defesa do pagodeiro, que garante que o seu cliente - considerado foragido há cinco anos e com foto divulgada no site da Divisão de Vigilância e Capturas da Polícia Civil - estará presente no plenário para se defender. Dois anos após o crime, durante o período eleitoral em uma manobra para evitar sua prisão, Evandro foi apresentado pelo defensor para uma entrevista coletiva. Com uma peruca, falso cavanhaque e óculos escuros, o cantor alegou sua inocência.
                        Aos jornalistas, o músico citou ainda que o casal voltou de um shopping, no dia do crime, e foram para o apartamento. Lucas foi colocado no quarto. Quando o casal tomava vinho, Andréia teria questionado Evandro sobre outro filho, recém-nascido, que ele teria com outra mulher. Os dois começaram a brigar e ela, segundo o acusado, cortou a mangueira de gás com uma faca. Ele disse que a teria desarmado e quando virou viu que ela tinha se jogado.


                          Juíza é morta a tiros dentro de fórum

                          Juíza é morta a tiros dentro de fórum

                          Crime aconteceu na cidade de Alto Taquari, a 509 km de Cuiabá, no Mato Grosso

                          O DIA
                          Mato Grosso - A magistrada Glauciane Chaves de Melo, de 42 anos, foi assassinada a tiros na manhã desta sexta-feira dentro do Fórum da Comarca de Alto Taquari, a 509 km de Cuiabá, no Mato Grosso. De acordo com a Polícia Militar do estado, o suspeito do crime é o ex-marido da vítima, Evanderly de Oliveira Lima.
                          A juíza Glauciane Chaves de Melo foi morta a tiros dentro do fórum
                          Foto:  Divulgação
                          A PM de Mato Grosso solicitou reforço de homens do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da PM da região Araguaia. As saídas do estado estão todas bloqueadas pela Polícia Rodoviária Federal. O casal havia se separado em dezembro do ano passado.
                          A polícia localizou a arma utilizada pelo assassino, um revólver calibre 38, no gramado do Fórum, provavelmente jogado pelo autor dos disparos no momento da fuga.
                          Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, toda a região está cercada, para evitar que o acusado fuja.
                          O velório de Glauciane será realizado neste sábado, das 7h às 9h30, no Plenário 1 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A juíza atuava na comarca desde 18 de junho de 2012.
                          Após o velório, que contará com a presença de magistrados, servidores, parentes e amigos da magistrada, o corpo será levado para Belo Horizonte (MG) e na sequência para Conselheiro Lafayete, cidade mineira onde a magistrada nasceu e onde será sepultada.


                            Assassinatos de índios no Brasil crescem 269% nos governos Lula e Dilma

                            Assassinatos de índios no Brasil crescem 269% nos governos Lula e Dilma

                            Integrantes da cúpula petista já contabilizam a crise indígena na conta das falhas de articulação política do governo Dilma

                            IG
                            São Paulo - Os assassinatos de indígenas no Brasil aumentaram 269% nos governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff em comparação com os oito anos do tucano Fernando Henrique Cardoso, segundo dados do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), órgão ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
                            De acordo com o CIMI, foram registrados 167 assassinatos de indígenas no governo FHC, média de 20,8 mortes por ano. Já no governo Lula o número subiu para 452 assassinatos, 56,5 em média por ano, ou crescimento de 271%. Em 2011, o primeiro ano do governo Dilma, foram contabilizados 51 assassinatos de indígenas pelo CIMI e em 2012 outras 57 mortes, de acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), média de 54 mortes por ano, próxima à do governo Lula e 260% maior do que a do governo tucano.
                            Líderes dos índios terena se reuniram com os ministros Carvalho e Cardozo na última quinta-feira
                            Foto:  Agência Brasil
                            Líderes dos índios terena se reuniram com os ministros Carvalho e Cardozo na última quinta-feira
                            Somados os dois períodos petistas foram cometidos em média 56 assassinatos de indígenas por ano, número 269% a maior do que o dos mandatos de FHC.
                            Segundo Cleber Buzatto, secretário executivo do CIMI, um dos motivos para o aumento da violência contra indígenas nos governos de um partido que carrega a bandeira dos direitos humanos é justamente a expectativa criada em relação à chegada de Lula ao poder.
                            “Havia uma expectativa muito grande de que com a eleição de Lula seriam destravados os processos de demarcação que historicamente eram muito lentos”, disse Buzatto. “Mas na realidade o que aconteceu foi uma retração ainda maior. Isso levou à radicalizações de conflitos e a uma série de manifestações que acabaram em violência. Eles se sentiram traídos”, completou.
                            Além disso, segundo o CIMI, a lentidão nas demarcações de algumas reservas, principalmente em Mato Grosso do Sul, se transformaram em bolsões de miséria nos quais os indígenas ficaram vulneráveis a situações de degradação social semelhantes às das periferias das grandes cidades como criminalidade, tráfico e consumo de drogas. Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram homologadas 148 áreas indígenas nos dois mandatos de Fernando Henrique e 84 nos governos Lula e nos dois primeiros anos do governo Dilma. Dados do governo informam que foram 91 áreas em favor dos índios nos últimos dez anos.
                            Na reserva de Dourados (MS), por exemplo, 13 mil guarani-kaiowá vivem em apenas 3,5 mil hectares, uma densidade demográfica comparável a das piores favelas do País. “Houve conflitos com autoridades, com invasores, com latifundiários e, por fim, entre os próprios indígenas”, disse Buzatto.
                            Falha política
                            Integrantes da cúpula petista já contabilizam a crise indígena na conta das falhas de articulação política do governo Dilma. Em conversas reservadas, petistas criticam a ação da presidente apontando falhas semelhantes ocorridas na votação da MP dos Portos como, por exemplo, a duplicidade de canais de decisão.
                            Para os petistas, as declarações da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, determinando a suspensão das demarcações primeiro no Paraná – onde ela deve disputar o governo do Estado - e depois em todo o País foram o estopim da crise, com impacto maior do que a morte do índio Oziel Gabriel, pela Polícia Federal , na desocupação de uma fazenda no Mato Grosso do Sul. As decisões de Gleisi foram endossadas pela presidente.
                            Correligionários de Dilma estão preocupados com o possível impacto eleitoral do episódio. Eles lembram das críticas do PT à violência da Polícia Militar de São Paulo na desocupação do bairro Pinheirinho, em 2012, e dizem que agora o partido não poderá mais empunhar esta bandeira. Além disso, a crise já chamuscou os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) e José Eduardo Cardozo (Justiça), ambos petistas.
                            No Congresso, há o temor de que a rebelião se espalhe pelas demais potenciais áreas de conflito País a fora, sem contar o desgaste da imagem do governo do exterior, onde Dilma já é vista com desconfiança por suas ações na área ambiental.
                            Reportagem: Ricardo Galhardo


                              Força Militar: Quartéis sob investigação

                              Força Militar: Quartéis sob investigação

                              Dilma determina a apuração de denúncias de 23 casos de tortura entre 1990 e 2000

                              BRUNO DUTRA
                              Rio - A presidenta Dilma Rousseff determinou a apuração de denúncias de abusos e violação de direitos humanos que teriam sido cometidos por militares das Forças Armadas entre 1990 e 2000 contra integrantes da própria instituição. Dos 23 casos que serão investigados, 19 aconteceram no Rio. As análises serão feitas por grupo de trabalho que será comandado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
                              História do cadete Lapoente ganhou a mídia por militância da família
                              Foto:  Reprodução
                              No Rio, em especial, destaca-se a história do cadete Márcio Lapoente, 18 anos, que morreu após ser agredido em treinamento militar na década de 90. Para a mãe, Carmem Lapoente, a investigação será a oportunidade de buscar a verdade sobre a morte do filho. Ela acredita que o jovem foi torturado.
                              A resolução publicada no Diário Oficial da União de ontem prevê que as apurações ocorram em até dois anos. O texto se baseia em estudo elaborado pelo Grupo Tortura Nunca Mais do Rio (GTNM-RJ) que detalha os casos apontados como tortura. O grupo deve participar com recomendações e encaminhamentos sobre o tema aos diversos órgãos envolvidos.
                              Na expectativa para o início das apurações, Victoria Grabois, presidente do GTNM, ressalta a importância da conquista, mas aponta as dificuldades que virão. “Não será um trabalho fácil. As Forças Armadas nunca admitiram casos de tortura. Apesar disso, vamos em frente para evitar situações muito parecidas com as que tínhamos na época da ditadura”, diz.
                              TORTURAS, MORTES E SUICÍDIOS
                              Confira resumo do estudo do Grupo Tortura Nunca Mais, do Rio.
                              A íntegra está pode ser conferida AQUI
                              “Cadete Márcio Lapoente da Silveira, 18 anos. Torturado e morto na Academia Militar das Agulhas Negras, no interior do Rio”.
                              “Celestino Rodrigues Neto, 14 anos. Suicidou após sofrer humilhações de colegas e professores por ter ‘colado’ em prova no Colégio Militar do Rio”.
                              “Emerson de Melo, 20anos (Exército); Sérgio Wanderley, 25 anos (Exército); João Vicente Santana (Aeronáutica); Alexsander da Silva (Exército) tiveram laudo com apontamento de suicídio”.
                              “Luis Viana Santos, 19 anos (Exército); Jean Fábio da Silva Martins, 18 anos (Exército); Samuel de Oliveira Cardoso, 17 anos (Marinha); Nazareno de Mattos Vargas, 29 anos (Aeronáutica); Anderson Gomes Monteiro, 18 anos (Aeronáutica); Marcos José Sales, 19 anos (Exército); Anderson Hilário de Souza (Aeronáutica) e André Luiz da Silva, 45 anos (Aeronáutica) foram torturados em quartéis”.
                              “Eduardo Ferreira Agostinho, 19 anos: morreu após intensa atividade física na Escola Naval do Rio”.
                              “Joílson da Silva Melo, 20 anos: morreu após intenso treinamento”.
                              “Fernando Romel, 18 anos foi torturado e morreu no Hospital Central do Exército, no Rio”.
                              “Jeremias Pedro da Silva, 23 anos (Exército) e Sérgio Pereira Gomes, 20 anos (Aeronáutica). Laudos apontam morte acidental”.
                              “João Caputo, 31 anos. Assassinado a tiros em quartel do Exército em São Gonçalo”.



                                Figurino de festa junina sai a partir de R$ 14,99

                                Figurino de festa junina sai a partir de R$ 14,99

                                Mercados oferecem opções variadas de enfeites e quitutes. Tem chapéu de palha por R$ 2,70 e camisa xadrez de R$ 17,99

                                O DIA STEPHANIE TONDO
                                Rio - As festas juninas já esquentam o outono nos ‘arraiás’ do Rio e o comércio vê na comemoração mais uma oportunidade de bons lucros. Nos mercados populares, como a Saara e o Mercadão de Madureira, não faltam variedades de roupas, acessórios, enfeites e quitutes da época.
                                Na loja Turuna, na Saara, Mariana Fausto já escolheu o vestido de caipira que vai usar nas festas juninas
                                Foto:  João Laet / Agência O Dia
                                Na Saara, as moças encontram vestido caipira adulto com preços entre R$ 32,80 e R$ 99,99. Para quem gosta de improvisar, a saia de chita custa R$ 29,99 e o arco do mesmo tecido, R$ 6,99. Já os preços dos vestidos infantis variam de R$ 14,99 a R$69,99. Para os meninos, o chapéu de palha vai de R$2,70 a R$ 12. Também é possível encontrar camisas xadrez a R$ 17,99.
                                Atriz e palhaça do grupo Doutores da Alegria, Mariana Fausto, 28 anos, recorreu à Saara para encontrar o vestido que precisava para usar nos cortejos juninos pelos hospitais. “Depois vou aproveitar e curtir as festas fantasiada. Adoro arraiá. Há muito tempo que não uso vestido de chita”, contou.
                                Para a decoração, o pacote de bandeirinhas coloridas varia de R$ 2 a R$ 10. Já o letreiro de São João sai por R$24,90 e o painel com tema de arraiá, de R$ 13 a R$ 17.
                                Mariana Bard, 21, se veste a caráter para pular fogueira. “Sempre compro o tecido e peço para minha avó fazer um belo vestido”, diz.
                                O ‘SÃO JOÃO’ ESTÁ CHEGANDO
                                O pé de moleque vai de R$ 3,29 (300g) a R$ 14,99 (850g). A canjica varia entre R$ 1,60 (500g) a R$ 3,80 (quilo). A paçoca sai por R$ 4,15 (210g) ou R$ 12,99 (quilo).