Corinthians toma sufoco, mas vence e briga pelo título
Paolo Guerrero garantiu a vitória e agora o Timão aguarda o jogo Chelsea x Monterrey para saber quem enfrentará na final do Mundial

Cauteloso, Tite observa o Corinthians no jogo contra o Al Ahly | Foto: Sergio Barzaghi / Gazeta Press
O jogo
Não havia mistério sobre o time que Tite estava disposto a escalar neste Mundial desde a partida contra o Vasco, no Pacaembu, no final de outubro. Nem a lesão que o atacante da camisa 9 sofreu no jogo de despedida em 2 de dezembro mudou a ideia do treinador. E com essa insistência o Corinthians conseguiu o gol que o coloca onde mais queria estar quando chegou ao Japão. A final.
Não foi simples. O Al Ahly não se abria, tinha duas linhas de quatro fixas e muito próximas no seu campo de defesa e o ferrolho egípcio dificultava o trabalho de Douglas, Danilo e Paulinho, este mais avançado neste jogo por conta do pouco trabalho dado pelos jogadores ofensivos do time do Cairo.
Foram apenas três finalizações corintianas em 45 minutos. Uma com Douglas, aos 9 minutos, e duas com Guerrero, a segunda numa cabeçada no canto direito de Ekramy após assistência perfeita do camisa 10. Um gol que obrigou o Al Ahly a se abrir no segundo tempo.
O que parecia bom para o Corinthians não se apresentou tão positivo assim. Nos primeiros 20 minutos após o intervalo o Al Ahly foi melhor. Apresentou mais opções de ataque com Aboutrika no lugar de Said e Cássio levou os primeiros sustos no jogo. O maior deles aos 20, quando o ídolo egípcio lançou Fahti, que na saída de Cassio, balançou a rede pelo lado de fora.
O Corinthians só melhorou quando Guerrero passou a ser mais acionado. Prendendo bem a bola no ataque e fazendo bem a função de pivô, foram com ele as melhores chances do time do segundo tempo. Mesmo assim, o goleiro Elseoud que substituiu o contundido Ekramy, não trabalhou mais.
Tite tentou mudar o cenário com entradas de Romarinho e Jorge Henrique nos lugar de Emerson e Douglas, mas dos pouco fizeram. O suficiente já havia sido feito. Guerrero, substituído por Guilherme Andrade nos acréscimos conseguiu o que era necessário. E o “bando de loucos” vai para Yokohoma para gritar que é bicampeão do mundo.
As informações são do repórter Bruno Wincler do iG
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