Aristóteles Drummond: Agosto sem desgosto
O mês de agosto é dos mais agradáveis no Rio de Janeiro
Rio - O mês de agosto é dos mais agradáveis no Rio de Janeiro. Temperaturas amenas, dias claros, pouca chuva. Turismo, que é bom, em baixa. Aliás, são as menores taxas de ocupação na hotelaria, junto com novembro.
Sabendo disso, já era tempo de se montar uma programação especial. O ponto de partida, inclusive, poderia ser a disputa do Grande Prêmio Brasil, prova maior do turfe, que ocorre num dos locais mais bonitos da cidade, que é o Jockey Club Brasileiro. Tema que tem sido debatido na Associação Comercial do Rio.
Um festival de canções populares, seguido de outro de música clássica, pois hoje dispomos de muitos locais de bom tamanho e boa acústica. Na sequência, uma mostra de cinema e, por fim, um torneio de futebol com dois clubes da América do Sul e dois da Europa, com os campeões do Rio, São Paulo e Minas. Esta competição poderia até ser compartilhada com os dois outros estados. E um torneio de futebol feminino.
O Rio ainda poderia ter a semana da saudade, com shows de grandes nomes dos anos 70, 80 e 90, nacionais e internacionais. E na gastronomia, uma semana dedicada a cada país, com identidade em nossa culinária, como Portugal, Espanha, Itália e Líbano. A hotelaria e as companhias aéreas poderiam participar com descontos.
A prefeitura entraria com a promoção e apoio, mas chamaria para participar dos eventos parceiros privados, como empresas de cartões de crédito, bancos e bebidas. O comércio poderia criar a semana anual de descontos, focando o público que aprecia o varejo carioca, em especial aquele voltado para a moda.
Esse tipo de calendário tem a vantagem da anuidade, criando ações que, com o tempo, vão se ampliando, com novas promoções de sucesso. Os grandes eventos serão sempre bem-vindos, mas precisamos ter uma pauta própria, pois a cidade continua a ser atrativa e acolhedora.
Jornalista
Sabendo disso, já era tempo de se montar uma programação especial. O ponto de partida, inclusive, poderia ser a disputa do Grande Prêmio Brasil, prova maior do turfe, que ocorre num dos locais mais bonitos da cidade, que é o Jockey Club Brasileiro. Tema que tem sido debatido na Associação Comercial do Rio.
Um festival de canções populares, seguido de outro de música clássica, pois hoje dispomos de muitos locais de bom tamanho e boa acústica. Na sequência, uma mostra de cinema e, por fim, um torneio de futebol com dois clubes da América do Sul e dois da Europa, com os campeões do Rio, São Paulo e Minas. Esta competição poderia até ser compartilhada com os dois outros estados. E um torneio de futebol feminino.
O Rio ainda poderia ter a semana da saudade, com shows de grandes nomes dos anos 70, 80 e 90, nacionais e internacionais. E na gastronomia, uma semana dedicada a cada país, com identidade em nossa culinária, como Portugal, Espanha, Itália e Líbano. A hotelaria e as companhias aéreas poderiam participar com descontos.
A prefeitura entraria com a promoção e apoio, mas chamaria para participar dos eventos parceiros privados, como empresas de cartões de crédito, bancos e bebidas. O comércio poderia criar a semana anual de descontos, focando o público que aprecia o varejo carioca, em especial aquele voltado para a moda.
Esse tipo de calendário tem a vantagem da anuidade, criando ações que, com o tempo, vão se ampliando, com novas promoções de sucesso. Os grandes eventos serão sempre bem-vindos, mas precisamos ter uma pauta própria, pois a cidade continua a ser atrativa e acolhedora.
Jornalista
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