Botafogo é só elogios a Seedorf
POR Fabio Falcão Cazes
Rio -
Oswaldo de Oliveira e o fisiologista Altamiro Bottino já admitiram que
tiveram receio quanto à adaptação de Seedorf. Até os jogadores
acreditavam que o holandês precisaria de um tempo maior para se sentir
em casa. Todos foram surpreendidos. Rapidamente,
o craque readquiriu o ritmo, mostrou-se à vontade nos gramados
brasileiros e, atualmente, desponta como um dos favoritos ao prêmio de
craque do Brasileirão. Um dos poucos que sempre apostaram que o camisa
10 não encontraria barreiras após sua chegada é justamente um dos mais
experientes: Carlos Alberto Torres.
Por ter uma estreita ligação com o presidente Maurício Assumpção e ser
embaixador do Engenhão, o Capita recebeu informações privilegiadas antes
do acerto de Seedorf com o Botafogo e, desde então, teve uma certeza:
não havia como esse casamento dar errado.
“Ele se preparou muito para vir jogar pelo Botafogo. Além disso, na verdade, tem sangue latino (nasceu no Suriname), não é aquele cara europeu puro. O Seedorf é casado com uma brasileira e o Rio não é uma cidade diferente para ele. A maturidade e a experiência ajudaram muito nesta rápida adaptação”, destacou o campeão da Copa de 70.
Seedorf está há apenas dois meses atuando com a camisa alvinegra e já espantou qualquer desconfiança, principalmente em relação à sua idade. A regularidade, alternada com atuações de gala, mostra que o holandês, realmente, não veio ao Brasil a passeio, para encerrar a sua brilhante carreira.
Desde que chegou, ele procura se inteirar de tudo o que acontece no Botafogo. E não se preocupa só em saber como as coisas funcionam. Busca soluções para os problemas e melhorias com a diretoria.
A atitude do camisa 10 em sempre querer que o clube cresça conquistou todos de cara. E, mesmo sem a braçadeira de capitão da equipe, Seedorf se tornou o líder mais respeitado no elenco.
“Ele se dedica muito aos treinamentos e ao clube, em geral. Está sempre procurando melhorar as coisas e isso facilita para que nós jogadores cresçamos com ele”, ressaltou o meia Fellype Gabriel.
Seedorf se adaptou ao Botafogo rapidamente | Foto: Divulgação
“Ele se preparou muito para vir jogar pelo Botafogo. Além disso, na verdade, tem sangue latino (nasceu no Suriname), não é aquele cara europeu puro. O Seedorf é casado com uma brasileira e o Rio não é uma cidade diferente para ele. A maturidade e a experiência ajudaram muito nesta rápida adaptação”, destacou o campeão da Copa de 70.
Seedorf está há apenas dois meses atuando com a camisa alvinegra e já espantou qualquer desconfiança, principalmente em relação à sua idade. A regularidade, alternada com atuações de gala, mostra que o holandês, realmente, não veio ao Brasil a passeio, para encerrar a sua brilhante carreira.
Desde que chegou, ele procura se inteirar de tudo o que acontece no Botafogo. E não se preocupa só em saber como as coisas funcionam. Busca soluções para os problemas e melhorias com a diretoria.
A atitude do camisa 10 em sempre querer que o clube cresça conquistou todos de cara. E, mesmo sem a braçadeira de capitão da equipe, Seedorf se tornou o líder mais respeitado no elenco.
“Ele se dedica muito aos treinamentos e ao clube, em geral. Está sempre procurando melhorar as coisas e isso facilita para que nós jogadores cresçamos com ele”, ressaltou o meia Fellype Gabriel.
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